Em uma entrevista exclusiva ao Domingo Espetacular (TV Record), a mulher que denunciou ter sido estuprada pelo investigador da Polícia Civil, Manoel Batista, dentro da delegacia de Sorriso (a 420 km de Cuiabá), relata em detalhes os episódios de violência sexual e humilhação que afirma ter sofrido enquanto estava presa.
Segundo ela, o policial a retirou da cela sob o pretexto de tomar banho e a levou até o alojamento da unidade policial, onde se aproveitou da condição de autoridade para cometer os abusos.
“Ele me obrigou a ficar pelada, mandou eu deitar na cama e abusou de mim. Me cuspia, me tratava como um verdadeiro animal”, contou.
Indiciamento e investigação
O caso é investigado pela Polícia Civil de Mato Grosso, que já concluiu o inquérito e indiciou Manoel Batista da Silva pelos crimes de estupro e abuso de autoridade.
De acordo com a defesa da vítima, os abusos teriam ocorrido em quatro episódios, entre a noite de 9 de dezembro e a madrugada do dia 10 de dezembro de 2025.
Repercussão e consequências
O caso chocou a sociedade e gerou uma grande discussão sobre a ética e a moralidade da polícia.
“A Polícia Civil não tolera qualquer prática criminosa de seus profissionais, que devem atuar em conformidade com a lei e em respeito aos direitos humanos”, destacou a delegada-geral, Daniela Maidel.
Por exemplo, a vítima do estupro havia sido presa por envolvimento em um homicídio em Sorriso, e a Polícia Civil representou pela revogação da prisão temporária, permitindo que ela respondesse em liberdade até a conclusão do inquérito do homicídio.
Além disso, a Polícia Civil já concluiu o inquérito e indiciou Manoel Batista da Silva pelos crimes de estupro e abuso de autoridade.
Conclusão: a Polícia Civil deve ser exemplo de ética e moralidade, e qualquer prática criminosa deve ser punida com rigor.
No entanto, é importante lembrar que a justiça deve ser imparcial e que todos os direitos devem ser respeitados.
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Além disso, é importante lembrar que a vítima do estupro é considerada foragida atualmente.
Portanto, é fundamental que a justiça seja feita e que a vítima receba a devida reparação.









