O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), gerou repercussão ao se manifestar sobre o uso do pronome neutro Cuiabá pela professora Maria Inês da Silva Barbosa na 15ª Conferência Municipal de Saúde. Abilio declarou que tomaria uma atitude diferente, impedindo a participação da professora.
“Hoje eu agiria diferente. Eu impediria que o Conselho chamasse para a mesa”, afirmou Abilio, em tom irônico. Ele argumenta que Maria Inês é uma “militante política”, e que sua gestão não aceita “doutrinação ideológica”, postura que se estende tanto à esquerda quanto à direita. A utilização do pronome neutro Cuiabá e as posições políticas da professora provocaram grande debate em Cuiabá. Para aprofundar seus conhecimentos sobre o assunto, acesse nosso portal.
Por exemplo, Abilio citou o deputado federal Osmar Terra (MDB-RS), que foi ministro no governo Bolsonaro e questionou a eficácia da vacina contra a Covid-19. O prefeito argumentou que Terra, em sua palestra, abordou apenas aspectos técnicos, sem menções políticas.
O Debate sobre o Pronome Neutro em Cuiabá
Durante a conferência, a professora Maria Inês, da UFMT, foi convidada a compor a mesa de abertura. Ao utilizar o pronome neutro Cuiabá, Abilio a interrompeu. O prefeito alegou não permitir “doutrinação ideológica”, e que, caso a professora não se sentisse à vontade para se apresentar sem o pronome neutro, suspenderia sua fala. Diante disso, a decisão de Abilio despertou críticas de diversas instituições e movimentos sociais.
Como resultado dessa intervenção, Maria Inês optou por deixar a mesa. Em conclusão, o episódio reacendeu o debate sobre o uso de pronomes neutros e a postura de agentes públicos em eventos oficiais, especialmente no contexto de Cuiabá. Por outro lado, a polêmica sobre o pronome neutro em Cuiabá continua a gerar discussão.
“Eu não quero uma pessoa militante política, que aja de forma política, instruindo, falando sobre a saúde de Cuiabá (…) De qualquer lado”, completou o prefeito, reforçando sua posição. Portanto, a controvérsia sobre o pronome neutro em Cuiabá continua a gerar debate.










