Preço na vida humana: condenação de caseiro, juiz fala

Cena de julgamento: juiz proferindo condenação, destacando o preço na vida humana.
Caso expõe o preço na vida humana e seu impacto na família e na sociedade.
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Ao fundamentar a condenação de Alex Roberto de Queiroz Silva, o juiz Marcos Faleiros apontou que o assassinato extrapolou o resultado natural de um homicídio e provocou consequências “extraordinárias” para a família, além de espalhar medo na sociedade. Portanto, esse episódio evidencia o preço na vida humana.

preço na vida humana

Na sentença, o magistrado descreveu o crime como exemplo de desvalorização da vida humana. Além disso, a análise reforça o preço na vida humana como elemento central, citando a motivação econômica e a frieza do ato. “O réu agiu em plena consciência da ilicitude, com motivação exclusivamente econômica, colocando preço na vida de um ser humano.”

Segundo o relatório, o executor recebeu dinheiro para cometer o assassinato e atuou após dias de planejamento, treinamento e monitoramento da rotina. A conduta foi marcada pela frieza incomum, pelo profissionalismo na execução e pela instrumentalização da vida humana como objeto de lucro. Essa visão reforça o preço na vida humana como elemento central da motivação econômica. Investigador julgado por homicídio em Cuiabá, justiça em Mato Grosso.

A família de Renato Nery foi profundamente afetada. Durante o julgamento, a filha, Lívia Moreira Nery, relatou ter encontrado o pai ainda com vida após os disparos. Faleiros descreveu a cena como de “absoluto terror”.

  • Motivo econômico como motivação do crime
  • Condenação de 33 anos e 10 meses
  • Impacto à família e à sociedade

Ela relatou que presenciou o pai agonizando na avenida Fernando Corrêa da Costa, gritando de dor após os tiros. O magistrado registrou ainda que ela viu fragmentos de massa encefálica, deixando-a em choque, temendo pela própria vida. “Situação traumática absolutamente excepcional, capaz de produzir severo abalo psicológico e emocional”, afirmou o juiz.

O assassinato ocorreu em plena luz do dia, em uma das avenidas mais movimentadas de Cuiabá, durante o horário comercial. O delegado responsável pela investigação afirmou que foi “quase milagre” nenhum motorista, motociclista ou pedestre ter sido atingido pelos disparos.

Além disso, a morte de um advogado conhecido nacionalmente e ex-presidente da OAB-MT provocou repercussão para além do núcleo familiar, gerando sentimento de insegurança na comunidade jurídica e na sociedade mato-grossense, reforçando a gravidade do crime.

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