Portanto, a Polícia Penal impediu, no sábado (18), a entrada de 490 chips de celular na Penitenciária Central do Estado (PCE), em Cuiabá. A ação ocorreu durante a revista de visitantes, com o apoio do BodyScan, que identificou um objeto oculto junto ao corpo de uma visitante. Além disso, ao ser comunicada sobre a detecção, a mulher retirou voluntariamente um invólucro contendo os chips das operadoras TIM, Claro e Vivo, que seriam entregues a um custodiado da unidade. Em seguida, os chips apreendidos foram encaminhados ao setor de Disciplina e Segurança para as medidas cabíveis.
490 chips de celular na PCE
Essa abordagem de segurança, somada à vigilância constante, demonstra a importância de equipamentos de detecção modernos em visitas, bem como a necessidade de procedimentos rigorosos para evitar a entrada de materiais proibidos. Além disso, a ação ressalta que situações semelhantes podem ocorrer, exigindo resposta rápida e bem coordenada entre equipes de fiscalização, supervisão penitenciária e o apoio jurídico.
Local: Penitenciária Central do Estado (PCE), Cuiabá
Procedimento: revista de visitantes com BodyScan
Material apreendido: 490 chips de celular das operadoras TIM, Claro e Vivo
Destino: encaminhados ao setor de Disciplina e Segurança
Além disso, para manter a integridade das investigações, as informações foram registradas com clareza, e as evidências foram lacradas conforme os protocolos internos. Essa prática assegura que as decisões administrativas e legais possam ser tomadas com base em documentação completa e confiável. Em paralelo, a direção da PCE reiterou aos visitantes a necessidade de cooperação com as equipes de segurança, a fim de manter o ambiente prisional seguro e ordeiro.
Para leitura adicional, acesse Portal 163: Portal 163.
Mais informações estão disponíveis no portal interno: Portal163.
Essa ocorrência reforça a vigilância para evitar que esse tipo de material chegue a detentos na PCE.









