Mato Grosso consolidou sua posição no cenário econômico ao registrar 3,5% de crescimento da produção entre janeiro e maio, conforme a Pesquisa Industrial Mensal do IBGE e a reportagem da TV Centro América (TVCA). A indústria mineral de Mato Grosso já demonstra sua relevância, conectando a produção local a investimentos em infraestrutura e inovação, e mostra que o estado não depende apenas do segmento agro, mas avança como polo industrial. Além disso, o dinamismo atual reforça a importância de políticas públicas que incentivem a melhoria de produtividade e a competitividade regional.
Mais do que números, o resultado mostra a indústria local ganhando maturidade e transformando a matéria-prima dentro das fronteiras, gerando mais valor e riqueza na região. Com foco em qualidade, eficiência e sustentabilidade, o estado tem atraído investimentos que fortalecem cadeias produtivas e geram empregos qualificados. Assim, a diversificação do setor ganha espaço, com destaque para a extração de minerais não metálicos (areia e brita) e para o avanço de metais como zinco, cobre e chumbo.
O grande motor dessa arrancada foi o segmento de extração de minerais não metálicos (areia e brita), que disparou quase 24% no período. Esse desempenho reforça a importância da indústria mineral de Mato Grosso.
Areia, Brita, Polimetais (zinco, cobre e chumbo) e Ouro fazem parte do mix que fortalece a economia regional, apoiando construção civil, infraestrutura e inovação tecnológica.
Indústria mineral de Mato Grosso em expansão
Para a deputada estadual Sheila Klener (PSDB), geóloga e servidora da Secretaria de Meio Ambiente (Sema-MT), os números refletem o reflexo direto de um estado em expansão física e agrícola.
“Esse crescimento mostra a força do mercado de construção civil e, principalmente, das obras de pavimentação de estradas, que estão extremamente aquecidas em Mato Grosso”, analisa a parlamentar. “Além disso, nossa produção de calcário, que abastece a agricultura e é uma das maiores do mundo, tem um impacto gigantesco na economia.”
Sheila também aponta para a diversificação do setor como pilar de sustentação, destacando a extração de polimetais (zinco, cobre e chumbo) e o avanço expressivo da exploração do ouro, que tem impulsionado a arrecadação da Cfem (Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais) nos municípios produtores.
À medida que o setor mineral se solidifica e se industrializa, a deputada faz questão de desmistificar a imagem de quem atua na ponta da cadeia produtiva, defendendo o papel social e econômico da atividade.
“A evolução da indústria mineral de Mato Grosso deixa claro que o garimpeiro não é bandido. Estamos falando de um setor que produz, gera riqueza e é uma máquina de criar oportunidades: para cada emprego direto no garimpo, outros 13 postos indiretos são gerados na economia.”
“O garimpeiro trabalha e constrói o futuro do nosso estado”, conclui Sheila Klener.
Portanto, o estado avança como polo industrial e mineral em rápida expansão, transformando recursos naturais em desenvolvimento social e econômico.
Para mais detalhes sobre a economia regional, leia em Mineração responsável em Mato Grosso: debate e sustentabilidade e Mineração Sustentável em Mato Grosso: Desenvolvimento Econômico e Inovação.









