Mineração responsável em Mato Grosso: debate e sustentabilidade

Mineração responsável em Mato Grosso, debate sobre sustentabilidade.
Mineração responsável em Mato Grosso: um debate sobre políticas públicas e sustentabilidade no estado.
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A mineração responsável em Mato Grosso é um tópico de grande relevância para o desenvolvimento econômico do estado. A Assembleia Legislativa de Mato Grosso sediou, nesta segunda-feira (8), reunião do Grupo de Trabalho (GT) responsável por discutir políticas públicas para o setor mineral.

O encontro reuniu pesquisadores, representantes do setor produtivo e autoridades para debater a exploração de minerais críticos e estratégicos, entre eles as chamadas “terras raras”.

Em conclusão, o professor da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Francisco Pinho, destacou que o estado reúne condições geológicas favoráveis para a presença desses minerais, associados a rochas alcalinas conhecidas desde os estudos do Projeto RadamBrasil, na década de 1970.

Mineração responsável em Mato Grosso

Afirmou também que as terras raras são fundamentais para a transição energética, usadas em motores elétricos de alta performance e ímãs super-resistentes, hoje dominados pela indústria chinesa.

Por exemplo, Mato Grosso é um terreno promissor. Cada nova descoberta de rochas alcalinas, como as que temos em Planalto da Serra, amplia a perspectiva de que o estado se torne referência na produção de terras raras.

No entanto, é importante lembrar que a mineração deve ser feita de forma responsável e sustentável.

Na baixada cuiabana, um pequeno minerador está investindo em tecnologia limpa: frota elétrica de caminhões de 95 toneladas, painéis solares e eletropostos, medidas que reduzem a emissão de dióxido de carbono e tornam a mineração mais responsável.

Além disso, a deputada Sheila Klener (PSDB) ressaltou que avanços tecnológicos não podem andar dissociados da responsabilidade social.

Portanto, é fundamental que o governo e os órgãos de controle fiscalizem a aplicação dos recursos arrecadados pela Contribuição Financeira pela Exploração Mineral (CFEM).

Já a vice-presidente do GT, Tais Costa, informou que uma minuta de políticas públicas para o setor será apresentada em setembro.

A minuta, elaborada em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec), prevê a realização de audiências públicas e consultas à sociedade em diferentes regiões do estado.

Por exemplo, o objetivo é construir uma política estadual consistente, capaz de alinhar desenvolvimento econômico, inovação e sustentabilidade.

Leia Também: Mineração Sustentável em Mato Grosso: Desenvolvimento Econômico e Inovação

Em conclusão, o futuro econômico de Mato Grosso envolve não apenas a exploração do ouro, mas também de outros minerais considerados estratégicos para as transformações tecnológicas e energéticas do século XXI.

Fonte: ALMT – MT

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