Funcionários do Conselho Regional de Enfermagem de Mato Grosso (Coren-MT) protocolaram, nesta semana, uma denúncia na Polícia Federal (PF), na Controladoria-Geral da União (CGU) e no Ministério Público Federal (MPF). A denúncia aponta desvios de dinheiro Coren-MT, formação de quadrilha, irregularidades administrativas e possível manipulação das eleições internas da autarquia. Essa linha de atuação reforça a necessidade de apurações transparentes e de medidas preventivas para resguardar a lisura das gestões regionais.
desvios de dinheiro Coren-MT
Além disso, entre os citados no documento estão, inclusive, integrantes do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), o que amplia o alcance das denúncias. A representação pede a abertura de investigações para apurar a conduta de membros da atual gestão do Coren-MT, destacando que há desvios de dinheiro Coren-MT identificados pela denúncia. As informações sugerem um conjunto de irregularidades que afetam a gestão financeira e administrativa.
- Locação do imóvel onde funciona a sede, sem licitação
- Prazo curto de contratação após a posse da gestão
- Valor da locação superior ao da antiga sede
- Imóvel próprio desocupado, ligado a contratos em análise
Entre as irregularidades apontadas está a locação do imóvel onde atualmente funciona a sede do Coren-MT, no bairro Jardim Cuiabá, em Cuiabá. Segundo os denunciantes, o contrato foi firmado sem licitação, em menos de 90 dias após a posse da atual gestão, e com valor significativamente superior ao pago pela antiga sede. Essas informações constam na representação e indicam a necessidade de revisão cautelar dos contratos.
Além disso, a denúncia questiona o fato de o Coren-MT possuir um imóvel próprio, localizado no bairro Goiabeiras, que estaria desocupado. Mesmo assim, a autarquia teria firmado contrato de locação do novo prédio já prevendo a compra do imóvel por R$ 6,6 milhões. Caso a aquisição não seja concretizada, o conselho poderá ter que pagar uma multa correspondente a 10% do valor do negócio, o equivalente a R$ 660 mil, conforme previsão contratual.
O documento encaminhado aos órgãos de controle também aponta supostos indícios de manipulação das eleições do Coren-MT realizadas em 2023. Portanto, os profissionais inscritos relataram dificuldades para exercer o direito ao voto, afirmando que tiveram o acesso ao sistema bloqueado ou não conseguiram concluir a votação eletrônica. Além disso, há referência a informações públicas em Portal 163.
Segundo a denúncia, profissionais inscritos relataram dificuldades para exercer o direito ao voto, afirmando que tiveram o acesso ao sistema bloqueado ou não conseguiram concluir a votação eletrônica. Os servidores pedem que os órgãos federais apurem se houve interferência no processo eleitoral e eventual responsabilização dos envolvidos.









