Cuiabá, denúncia vazia, Mounjaro
Em entrevista ao Mídia Jur, o prefeito de Cuiabá, Abílio Brunini (PL), afirmou que a denúncia sobre venda de Mounjaro dentro de unidades básicas de saúde do município é vazia.
Segundo ele, a apuração interna não identificou indícios de comercialização do produto, apenas recomendação médica. “Ao que tudo indica, não é o que ela disse. Ao que tudo indica, a médica indicou uma medicação para o tratamento de saúde dela. A venda do remédio lá dentro, a gente não está encontrando indícios disso”, declarou.
Além disso, o prefeito destacou que médicos podem indicar medicamentos fora da lista disponibilizada pelo SUS. “Um médico pode receitar um medicamento que está fora da lista do município. Não tem problema nenhum. Agora, vender dentro da unidade é outra situação”, disse.
Denúncia vazia pode prejudicar casos mais graves
Ao que parece, a denúncia vazia pode prejudicar casos mais graves e graves. “Esse tipo de denúncia muito vazia acaba prejudicando quem realmente tem situações sérias para relatar”, afirmou o prefeito.
Portanto, é importante que as pessoas relatem apenas denúncias com base em fatos verificáveis. “A nossa investigação interna não está apontando que houve qualquer tentativa de venda de medicamento dentro das nossas unidades de saúde. Recomendar é diferente de vender”, afirmou o prefeito.
Além disso, o prefeito informou que o episódio também será encaminhado ao CRM-MT, para análise. No entanto, a denúncia não identifica qual profissional teria feito a suposta abordagem.
Em conclusão, a denúncia vazia sobre venda de Mounjaro dentro de unidades básicas de saúde do município não tem base factual. “A venda do remédio lá dentro, a gente não está encontrando indícios disso”, declarou o prefeito.
Segundo ele, a paciente foi convidada a formalizar a denúncia junto à Polícia Civil, mas não compareceu para registrar boletim de ocorrência. Mas, mesmo assim, o caso foi documentado pela administração municipal.
Por exemplo, o prefeito destacou que a denúncia pode ter sido interpretada de forma equivocada. “De repente, a médica falou que iria recomendar o medicamento e ela entendeu errado, achando que estavam tentando vender”, pontuou.
Além disso, o prefeito ressaltou que a denúncia não identifica qual profissional teria feito a suposta abordagem. No entanto, o episódio também será encaminhado ao CRM-MT, para análise.
Ao que parece, a denúncia vazia pode prejudicar casos mais graves e graves. “Esse tipo de denúncia muito vazia acaba prejudicando quem realmente tem situações sérias para relatar”, afirmou o prefeito.
Por fim, é importante que as pessoas relatem apenas denúncias com base em fatos verificáveis. “A nossa investigação interna não está apontando que houve qualquer tentativa de venda de medicamento dentro das nossas unidades de saúde. Recomendar é diferente de vender”, afirmou o prefeito.
Portanto, é fundamental que as pessoas sejam cautelosas ao relatar denúncias e busquem informações precisas antes de tomar qualquer ação.
Em conclusão, a denúncia vazia sobre venda de Mounjaro dentro de unidades básicas de saúde do município não tem base factual.
Leia também: Cuiabá: Unidades Básica de Saúde São Inovadas









