Crime em Cuiabá: homem é preso por assassinato em flagrante

Crime em Cuiabá: homem é preso por assassinato em flagrante
Amarildo Nonato, suspeito de assassinato em Cuiabá, é preso em flagrante
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Crime em Cuiabá: detalhes chocantes

Em uma ação chocante, Amarildo Nonato, um homem que trabalhava em uma empresa em Cuiabá, confessou o assassinato de seu colega de trabalho, Mário Alexandre Oras Cabraleiros, um venezuelano que vivia no Brasil.

Segundo as investigações, o crime ocorreu no dia 23 de maio, e Amarildo detalhou a execução e a ocultação do cadáver no estacionamento da empresa, no bairro Baú.

Crime em Cuiabá: detalhes chocantes

Ele relatou que matou o colega com golpes de pau e faca, e que a vítima “era ruim de morrer”, continuando a se levantar após os golpes.

“Quando eu bati com o pau, ele caiu de bruços, né? Meio querendo virar, né? Aí eu puxei outro e dei na cabeça dele e não resolvia, cara ruim de morrer. Esperanculoso mesmo, sabe? Ruim de morrer. Aí o pau não conseguia resolver, eu batia e levantava, batia e levantava. Aí eu peguei e furei ele de faca”, declarou Amarildo.

Questionado sobre quantos golpes deu na vítima, ele respondeu que foram “pelo menos cinco, seis golpes de faca”.

Crime em Cuiabá: o depoimento de Amarildo

Ele contou que aguardou cerca de 40 minutos até ter certeza da morte da vítima, e que arrastou o corpo pelas pernas por aproximadamente 40 a 50 metros até a área onde foi encontrado parcialmente enterrado.

“Eu puxei ele lá. Puxei pela perna. Arrastando pela perna. Puxando pela perna até lá aonde ele tava ali. Coloquei ele do lado ali, aí coloquei os entulhos que tinha do lado. Inclusive até os pés dele não teve jeito de tampar. Porque ali é puro entulho”, relatou Amarildo.

Antes do depoimento, Amarildo já havia afirmado à imprensa que o crime teria sido motivado por conflitos no ambiente de trabalho e supostas ameaças feitas pela vítima.

“Acerto de contas. Era eu ou era ele. Ele me ameaçou de morte e eu matei ele”, disse ao deixar a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

Conforme relatório da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), as lesões eram compatíveis com golpes de faca e pauladas.

Amarildo foi preso em flagrante e permanece à disposição da Justiça.

Para mais informações sobre o crime em Cuiabá, acesse nosso artigo: Crime em Cuiabá: assassinato em Cuiabá.

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