A Quarta Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Mato Grosso rejeitou os recursos de Maria Helena Ribeiro Ayres Caramello e Geraldo Lauro, ex-chefes de gabinete do ex-deputado José Riva. Eles queriam anular ou reduzir a condenação por organização criminosa, mas a Justiça não acatou suas alegações.
Os dois foram acusados de integrar uma organização criminosa e praticar crimes de falsidade ideológica e peculato entre os anos de 2011 e 2014. Além disso, a investigação apontou que eles teriam desviado mais de R$ 1,8 milhão da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT).
Alguns fatos importantes:
- A investigação apontou que recursos destinados à verba de suprimentos eram sacados mensalmente por assessores do gabinete, incluindo Maria Helena e Geraldo Lauro.
- A apuração apontou que as prestações de contas apresentadas eram fraudadas para viabilizar o desvio do dinheiro público.
- O processo também apontou a criação de empresas de fachada para emissão de notas fiscais, com o objetivo de desviar recursos em benefício próprio.
Por unanimidade, os embargos foram negados. O acórdão entendeu que não há prova de que eles tenham sido coagidos, o que significa que a condenação deles permanece.
A Quarta Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Mato Grosso rejeitou os recursos, mantendo a condenação por organização criminosa. A investigação apontou que recursos destinados à verba de suprimentos eram sacados mensalmente por assessores do gabinete, incluindo Maria Helena e Geraldo Lauro.
Isso significa que a condenação de Maria Helena e Geraldo Lauro permanece, apesar de suas tentativas de anular ou reduzir a condenação. A Justiça não acatou suas alegações, mantendo a condenação por organização criminosa.
É importante lembrar que a investigação apontou que recursos destinados à verba de suprimentos eram sacados mensalmente por assessores do gabinete, incluindo Maria Helena e Geraldo Lauro. A condenação deles permanece, apesar de suas tentativas de anular ou reduzir a condenação.
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