Apontado como autor do feminicídio de Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, em Guarantã do Norte (MT), Matheus Gonçalves dos Santos, 33, morreu em confronto com policiais paraguaios no Paraguai, em Ybyrarobaná. Ele estava em uma caminhonete preta quando houve o confronto com policiais paraguaios.
feminicídio de Gleici
Segundo a imprensa paraguaia, o homem estava acompanhado de seu filho de 12 anos no momento da operação; o menor não sofreu ferimentos. As informações indicam que a família não apresentava ferimentos, mas o incidente elevou a tensão na região de fronteira. A polícia paraguaia informou que a ação ocorreu de forma rápida, com coordenação entre equipes de diferentes jurisdições.
Portanto, as autoridades seguem investigando as circunstâncias do caso. Especialistas ressaltam que as circunstâncias da fuga, a presença do filho e a distância da residência trazem complexidade à apuração, exigindo cautela nas conclusões até que haja perícia definitiva.
Desde a tarde, havia informações de que Matheus estaria no Paraguai; o mandado de prisão foi encaminhado à Polícia Federal e à Interpol. Mais detalhes podem ser conferidos em Portal163.
Gleici foi encontrada sem vida dentro de uma residência em Guarantã do Norte, com um tiro na testa; próximo ao corpo, os investigadores localizaram um cartucho de espingarda. A perícia deverá confirmar a dinâmica do crime e o possível envolvimento de outras pessoas.
Gleici e Matheus eram casados e possuíam um filho. A relação era marcada por conflitos, e Gleici possuía, inclusive, uma medida protetiva contra ele, que foireitirada meses antes do crime. O contexto envolve decisões judiciais sobre proteção à vítima e as condições da guarda provisória.
Na decisão que decretou a prisão, o juiz destacou que o filho do casal estaria em território estrangeiro com o investigado após o crime; a criança teria sido levada sem documentação, em situação de vulnerabilidade. A posição judicial reforça a necessidade de medidas que salvaguardem o bem-estar da criança.
O magistrado também mencionou que Matheus estaria armado durante a fuga, circunstância que reforçou a necessidade da prisão preventiva para assegurar a aplicação da lei penal e preservar a segurança da criança. A investigação continua, com novos depoimentos e perícias programadas para os próximos dias. Para contextualizar, veja também Mato Grosso: 52 feminicídios em 2025.









