A chacina de Aripuanã, um crime brutal que chocou o estado, teve um desfecho nesta quarta-feira (15). Jânio Domingos de Brito e Jacó Nascimento de Melo foram condenados a 68 anos, quatro meses e 10 dias de reclusão, cada um.
Condenação pela Chacina de Aripuanã
Ambos foram sentenciados pelos crimes de homicídio qualificado contra quatro vítimas e sequestro e cárcere privado contra cinco. O julgamento, que se estendeu por dois dias no Tribunal do Júri de Aripuanã, reconheceu a materialidade e autoria dos crimes, além das qualificadoras de meio cruel e emboscada. A pena inicial será cumprida em regime fechado, sem direito a recorrer em liberdade.
O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) detalhou que os eventos ocorreram em novembro de 2020, próximo a um garimpo. Jacó e Jânio, juntamente com outros comparsas, teriam sido contratados para executar Elzilene Tavares Viana, conhecida como “Babalu”, e seu companheiro Leôncio José Gomes, o “Malhado”.
Inicialmente, os criminosos se identificaram falsamente como policiais para abordar o casal e mais três acompanhantes. Contudo, as vítimas foram levadas a uma estrada isolada e brutalmente assassinadas. A esposa de Jonas dos Santos, Laurilene Vieira Viana, grávida, foi poupada. Essa ação macabra demonstra a frieza dos envolvidos.
Além disso, a caminhonete utilizada na emboscada foi incendiada para dificultar as investigações. Infelizmente, o mandante, Leandro Ribeiro Mendes, foi assassinado em setembro de 2023, e os demais comparsas também tiveram fins trágicos. Saiba mais sobre crimes em Mato Grosso em nosso portal: notícias.










