Condenado 225 anos chacina Sorriso: Julgamento e Punição

Mãos em corrente de prisão, simbolizando a condenação a 225 anos pela chacina em Sorriso.
Gilberto Rodrigues dos Anjos: Sentenciado a 225 anos pela chacina em Sorriso. Entenda o caso.
Tamanho do texto
Ajuste a leitura da página. Suas preferências ficam salvas.
100%
Ouça esta notícia
Clique em Ouvir. Você pode ajustar a velocidade.

Chacina em Sorriso: Condenado a 225 anos

Gilberto Rodrigues dos Anjos foi sentenciado a 225 anos de prisão em regime fechado. A condenação, proferida pelo Tribunal do Júri em Sorriso, abrange os crimes de estupro, estupro de vulnerável e feminicídio, em um caso chocante de condenado 225 anos chacina Sorriso. As vítimas foram Cleci Calvi Cardoso, de 46 anos, e suas filhas Miliane Calvi Cardoso (19), M.C.C (13) e M.G.C (10).

Portanto, o julgamento durou cerca de 10 horas, com a sentença assinada pelo juiz Rafael Depra Panichella. O cumprimento da pena terá início imediato. Conforme a decisão, a pena para cada vítima foi dosada com base em qualificadoras específicas, incluindo triplo e quádruplo feminicídio, além de estupro de vulnerável. Assim, cada crime foi analisado com detalhe.

Aprofundando o caso do condenado 225 anos chacina Sorriso

Durante a manhã, familiares e policiais apresentaram depoimentos detalhados. Eles abordaram o cotidiano das vítimas e forneceram informações cruciais sobre a cena do crime. Além disso, discorreram sobre o comportamento de Gilberto antes e após sua prisão, ocorrida em uma obra próxima à residência das vítimas.

À tarde, o promotor Luiz Fernando Rossi Pipino sustentou a tese de premeditação. Ele demonstrou, com o auxílio de uma apresentação em PowerPoint, como Gilberto planejou meticulosamente o ataque. Por exemplo, ele teria estudado a rotina da família e os acessos à residência. Se quiser saber mais detalhes sobre a crueldade envolvida, confira Chacina em Sorriso: Delegado detalha crueldade e violência.

O promotor detalhou a entrada de Gilberto na casa, pulando o muro e acessando uma janela do lavabo. Ele enfatizou que, apesar da tentativa dos cães de impedir o acesso, Gilberto deixou marcas de seu chinelo no local. Portanto, a perícia confirmou esses detalhes.

O sofrimento das vítimas e a sentença para o condenado 225 anos chacina Sorriso

Luiz Fernando descreveu o momento em que Gilberto confrontou Cleci na cozinha. A vítima, segundo o promotor, lutou bravamente, sofrendo “muita dor e sofrimento”.

Em seguida, as filhas mais velhas tentaram intervir, mas foram alcançadas e esfaqueadas. Elas ainda tentaram fugir pela janela do quarto, porém, já feridas, não conseguiram. Dessa forma, a brutalidade do ataque foi evidenciada.

O promotor também apresentou dados do IBGE sobre a expectativa de vida das mulheres no Brasil. Ele calculou que Gilberto subtraiu 229 anos de vida das vítimas. “Ele não permitiu que essas meninas chegassem à adolescência”, lamentou, reforçando a necessidade de uma pena justa para o condenado a 225 anos.

Argumentos da defesa e réplica sobre a chacina de Sorriso

O defensor público Ewerton Nóbrega buscou garantir um julgamento justo. Ele reconheceu a autoria e materialidade dos fatos, mas questionou os crimes sexuais contra Cleci e Miliane. Nóbrega sugeriu que, na ausência de provas técnicas além do depoimento de Gilberto, os atos poderiam ser classificados como vilipêndio de cadáver, com pena inferior.

Em contrapartida, o advogado da família das vítimas, Conrado Pavelski Neto, rebateu a defesa. Ele apresentou um trecho gravado do depoimento de Gilberto na delegacia, onde ele confessou que as vítimas “se contorciam” durante os estupros. Dessa forma, isso indicaria que elas estavam vivas no momento dos atos, evidenciando a crueldade do condenado 225 anos chacina Sorriso.

O promotor Luiz Fernando concluiu reforçando a magnitude da tragédia. “Há dores que não cabem em um laudo, há crimes que ultrapassam a frieza da lei”, afirmou, referindo-se ao que aconteceu naquela noite. Assim, o caso chocou a comunidade de Sorriso.

Para mais informações sobre casos regionais, acesse portal163.com.br/policia/.

Compartilhe :

Veja mais