Golpistas em Cuiabá: operação desarma fraude

Operação policial contra golpistas em Cuiabá desarticula fraude online
Polícia Civil cumpre ordens em Cuiabá para desmantelar fraude envolvendo contas de terceiros.
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Portanto, a Polícia Civil de Mato Grosso cumpre hoje sete ordens judiciais no âmbito da Operação Fake Eagle, deflagrada pela Polícia Civil do Rio Grande do Sul, contra golpistas em Cuiabá investigados pela prática de golpes pela internet mediante falsa identidade e uso de contas bancárias de terceiros. Os esforços visam desmantelar a rede de fraudes que envolve golpistas em Cuiabá, com atuação por meio de contas de terceiros, chaves Pix e várias linhas de comunicação para dificultar o rastreamento.

  • Três prisões preventivas
  • Quatro buscas e apreensões
  • Alvos localizados em Cuiabá
  • Operação apoiada pela DPRCPE/DERCC

golpistas em Cuiabá: foco da operação

Entre os alvos, estão três investigados apontados como núcleo operacional, com quatro endereços de busca localizados em Cuiabá. A investigação teve início após uma empresa sediada em Esteio (RS) ser alvo de uma tentativa de golpe: uma funcionária recebeu via WhatsApp a foto do diretor solicitando uma transferência de aproximadamente R$ 29 mil; a fraude não se consumou pela desconfiança da colaboradora.

Os criminosos utilizavam uma rede de contas digitais vinculadas a terceiros, chaves Pix e múltiplas linhas telefônicas para movimentar os valores. A partir de dados bancários, a polícia identificou uma estrutura concentrada em Cuiabá, o que permitiu rastrear a cadeia de recepção e repasse de fundos, dificultando a tarefa de localizar os responsáveis.

Entre os elementos, destacou-se a utilização de uma linha telefônica com DDD 51 na abordagem da vítima no RS, embora dados de antenas indiquem origem em Cuiabá. Além disso, a investigação revelou outros 14 números com DDD 51, sugerindo uso reiterado de números aparentes locais para conferir credibilidade às vítimas do RS.

A operação envolve apreensão de celulares, computadores, chips, cartões e mídias de armazenamento para aprofundar as investigações e identificar novas vítimas. Os investigados podem responder por estelionato mediante fraude eletrônica, na forma tentada, e por associação criminosa, com potencial aplicação de medidas cautelares adicionais.

Para quem acompanha o tema, leia notas atualizadas neste compilado: Golpistas em Cuiabá: operação desarma esquema de fraude e Golpistas usando foto e nome para pedir doações em Cuiabá.

O foco permanece em identificar e responsabilizar os envolvidos, com as autoridades reforçando a importância de checar informações recebidas por contatos via mensagens ou redes sociais. A cada avanço, novas vítimas poderão ser protegidas, evitando prejuízos adicionais.

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