Portanto, a prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), afirmou que a inauguração do Parque Tecnológico de Várzea Grande, realizada nesta quinta-feira (25), representa um marco histórico para o município e a concretização de uma luta que ela diz travar há mais de uma década. A fala dela sinaliza que não houve apenas celebração; houve compromisso com o futuro da região, porque o parque deverá transformar a relação entre pesquisa, educação e inovação, além de atrair investimentos e novas oportunidades de emprego.
Antes da cerimônia, Moretti relembrou que, ainda quando presidia a subseção da OAB em Várzea Grande, participou de diversas articulações para defender a instalação do empreendimento na cidade. “É um sonho realizado, meta cumprida como pessoa, como cidadã várzea-grandense”, disse. Ela lembrou que houve muitas reuniões no Palácio do Governo, em 2010, 2012 e nos anos seguintes, sempre com o objetivo de destravar o projeto. A gestora destacou ainda que o processo só avançou quando houve alinhamento entre a prefeitura e o governo estadual, com decisões firmes de infraestrutura que viabilizaram a continuidade dos trabalhos. Por fim, enfatizou que não se trata de uma obra isolada, mas de um ecossistema que pode potencializar parcerias estratégicas entre universidades, centros de pesquisa e o setor privado.
Parque Tecnológico de Várzea Grande: marco de desenvolvimento
Além disso, o Parque Tecnológico de Várzea Grande terá papel fundamental no desenvolvimento econômico local e estadual, impulsionando a inovação, a formação de talento e a geração de empregos qualificados. O projeto foi pensado para conectar pesquisa, startups e empresas de tecnologia à demanda regional, contribuindo para a diversificação econômica de Cuiabá e da própria Várzea Grande. Segundo a prefeita, a visão é ampliar a capacidade de o Estado atrair projetos de alto valor agregado, fortalecendo a cadeia tecnológica e de inovação. Por isso, o parque é visto não apenas como obra de infraestrutura, mas como ecossistema que estimula parcerias público-privadas, incubadoras e pesquisa aplicada.
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Além disso, a prefeitura destacou a participação financeira do município para viabilizar a conclusão da obra. De acordo com Moretti, a prefeitura investiu R$ 3,9 milhões em contrapartida para garantir a infraestrutura necessária no entorno do complexo. A importância desse aporte fica ainda mais evidente quando se observa que, sem esse lastro, a continuidade dos trabalhos ficaria comprometida. No fim de semana, equipes da gestão visitaram obras relacionadas em andamento para entender a conectividade com o parque, como mostrado neste resumo: Sábado foi de agenda externa com visitas às principais obras em andamento.
Moretti lembrou que, quando assumiu a gestão, encontrou a obra paralisada. Segundo ela, o Governo do Estado condicionava a continuidade dos trabalhos à execução de infraestrutura pela prefeitura. “Quando cheguei na gestão pública, a obra estava paralisada porque o governo falava que precisava da infraestrutura. Já tinha contratado a obra, mas não tinha a ordem de serviço. Foi uma das primeiras ordens de serviço que dei em 2025 para poder continuar e destravar essa obra paralisada”, explicou.
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