Malandragem em escolas municipais: Abilio denuncia malandragem em escolas de Cuiabá

Malandragem em escolas municipais de Cuiabá afeta educação.
Prefeito Abilio denuncia malandragem em escolas municipais de Cuiabá.
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A denúncia de Abilio sobre a malandragem em escolas municipais é um exemplo claro da falta de prioridade para a educação em Cuiabá. A situação exige medidas urgentes para garantir que as escolas recebam os recursos necessários para funcionar adequadamente.

Malandragem em escolas municipais

Além disso, Abilio criticou a decisão da gestão anterior de priorizar a compra de materiais didáticos em detrimento de demandas consideradas urgentes para a retomada das atividades escolares. “O dinheiro foi enviado à Secretaria, mas ao invés de priorizar a recuperação das unidades escolares, foi priorizado o pagamento desse material didático”, disse.

  • A falta de repasses comprometeu despesas essenciais das unidades escolares, como materiais de limpeza e higiene, alimentação escolar, transporte e manutenção básica.
  • A ausência de prioridades acaba colocando a Secretaria da Educação e os profissionais da educação em dificuldade.
  • A situação motivou mudanças dentro da SME, que culminaram com a saída do então secretário.

Na visita ao almoxarifado da SME e à escola Francisco Pedroso, foram localizados kits escolares sem a mínima necessidade para os alunos. Eles foram entregues nas escolas e, para justificar sua utilidade, a pasta até “criou” disciplinas que sequer são ministradas nas unidades escolares.

“Isso aqui é coisa de malandragem, é malandro”, disparou o presidente do Tribunal de Contas do Estado, conselheiro Sérgio Ricardo.

A diretora da Escola Municipal Francisco Pedroso da Silva, Núbia Rafaelle, também relatou dificuldades enfrentadas no início do ano letivo. Segundo ela, o último repasse recebido pela unidade havia ocorrido em agosto de 2025, enquanto os recursos previstos para dezembro não foram encaminhados.

Para saber mais sobre a situação da educação em Cuiabá, leia também: Abilio critica gestão anterior da SME e denuncia malandragem em escolas municipais.

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