Agora que a Polícia Civil de Mato Grosso confirmou que o feminicídio da empresária Nilza Moura de Sousa Antunes, de 64 anos, teve motivação financeira, é possível concluir que o crime foi planejado e executado com cuidado.
Segundo as investigações, Jackson Pinto da Silva, esposo da vítima, teria criado uma falsa narrativa de desaparecimento para tentar encobrir o crime ocorrido na última segunda-feira (4), em Cuiabá.
Por exemplo, ele teria clonado o WhatsApp da empresária com ajuda de um possível cúmplice e feito ligações simulando ser sequestradores para dar credibilidade à história apresentada à família.
Crime com motivação financeira
A delegada Jéssica Assis, do Núcleo de Combate ao Feminicídio, destacou que a mesma estratégia foi observada em outro caso recente de feminicídio, o de Elzilene Alves Nascimento, morta com 10 facadas pelo marido, que também registrou um falso desaparecimento da companheira após o crime.
Além disso, a polícia apura que Jackson teria afirmado aos familiares que criminosos exigiam inicialmente R$ 30 mil em troca da vida de Nilza e feito uma transferência de R$ 500 como suposta prova de vida, mas, conforme a polícia, a vítima já estava morta naquele momento.
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De acordo com a investigação, Jackson teria afirmado que a vítima foi morta por estrangulamento com o uso de um lacre plástico conhecido como “enforca-gato” e ainda teria braços e pernas amarrados.
Em conclusão, o crime foi planejado e executado com cuidado, e a polícia continua a investigar a participação de outras pessoas no crime.
O feminicídio é um tema grave e complexo que afeta muitas famílias no Brasil. A Polícia Civil de Mato Grosso trabalha incansavelmente para prevenir e investigar esses crimes, garantindo justiça para as vítimas e suas famílias.
Por fim, é importante lembrar que a violência contra a mulher não é aceitável e que todos devemos trabalhar juntos para prevenir e combater o feminicídio.
Preservar a homenagem a Raquel Cattani e Feminicídio em Cuiabá: suspeito confessa crime são apenas alguns exemplos de como a sociedade pode se unir para combater a violência contra a mulher.
Além disso, é fundamental que as autoridades tomem medidas concretas para prevenir e investigar esses crimes, garantindo que as vítimas e suas famílias recebam o apoio e a justiça que merecem.








