Lavagem de dinheiro do Comando Vermelho: investigação aponta Ralado

Ralado e Comando Vermelho: Lavagem de Dinheiro
Investigação da PF aponta Ralado como operador de lavagem de dinheiro do Comando Vermelho
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Uma investigação da Polícia Federal (PF) apontou o influenciador Thiago Branco de Azevedo, conhecido como Ralado, como operador de uma rede de lavagem de dinheiro com pelo menos 100 empresas de fachada.

Além disso, Ralado é acusado de manter sua rede de laranjas desde 2019 e de cooptar agentes bancários por meio do pagamento de propina.

Os investigadores também apontam que o influenciador utilizava as empresas de fachada para obter empréstimos bancários com documentos falsos.

Lavagem de dinheiro do Comando Vermelho: Ralado mantinha sua rede de laranjas pelo menos desde 2019

A rede de empresas de fachada era utilizada pelo Bando do Magrelo para lavar dinheiro do tráfico de drogas.

Em 17 de novembro do ano passado, a Fictor anunciou uma proposta de compra do Banco Master, um dia antes da primeira fase da Operação Compliance Zero e da decretação da liquidação da instituição financeira.

O grupo declarou dívida de cerca de R$ 4 bilhões a R$ 4,2 bilhões e pediu a suspensão de cobranças por 180 dias.

Além disso, a investigação aponta que o Comando Vermelho teria se associado ao Bando do Magrelo, fornecendo armamentos e apoio logístico.

Em uma transmissão ao vivo, Ralado conversa com seus seguidores no que parece ser uma festa, com som alto e bebidas.

Valdir aparece de camiseta e sunga, sorrindo e fazendo um “joia” com a mão, enquanto segura um copo de drink.

Questionada pelo Metrópoles, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que a relação do investigador Valdir Carvalho com Ralado é apurada por meio de um procedimento correcional.

A pasta não informou quando o caso teria começado a ser investigado.

Em conclusão, a investigação da PF aponta que Ralado mantinha sua rede de laranjas pelo menos desde 2019 e que o Comando Vermelho teria se associado ao Bando do Magrelo.

Além disso, a Fictor declarou dívida de cerca de R$ 4 bilhões a R$ 4,2 bilhões e pediu a suspensão de cobranças por 180 dias.

Leia também: Comando Vermelho em Mato Grosso: investigações e prisões Filha de líder do CV em MT se diz “perseguida” Juiz Negativa Prisão Domiciliar para Líder do CV – Prisão Domiciliar Crimes Organizados Mato Grosso

Portanto, a investigação da PF é importante para entender a rede de lavagem de dinheiro e a associação entre o Comando Vermelho e o Bando do Magrelo.

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