Operação Sepulcro Caiado: advogado mantido sob tornozeleira

Advogado réu na Operação Sepulcro Caiado mantém tornozeleira eletrônica
Juiz decide manter tornozeleira eletrônica para advogado João Miguel da Costa Neto, réu na Operação Sepulcro Caiado, que apura desvio de R$ 21 milhões no TJMT.
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O juiz Jean Garcia de Freitas Bezerra, da 7ª Vara Criminal de Cuiabá, decidiu manter o uso da tornozeleira eletrônica para o advogado João Miguel da Costa Neto, um dos réus da Operação Sepulcro Caiado, que apura desvio de mais de R$ 21 milhões no Tribunal de Justiça de Mato Grosso.

Por exemplo, a defesa do advogado argumentou que a manutenção do monitoramento já está rigorosa e que ele precisa retirar a tornozeleira para fazer uma cirurgia de hernioplastia incisional.

Além disso, o Ministério Público emitiu parecer contrário à revogação da cautelar.

O juiz Jean Garcia citou que o monitoramento é importante para a manutenção da ordem pública e conveniência da instrução processual, que ainda não começou.

“Em conclusão, a manutenção das cautelares visa assegurar que o processo transcorra sem sobressaltos, evitando-se a reiteração delitiva a eventual interferência na produção de provas”, diz trecho da decisão do juiz.

Por exemplo, o grupo investigado ajuizava ações de cobrança e simulava o pagamento de dívidas com depósitos judiciais falsificados. Em seguida, um servidor do Judiciário promovia a transferência de valores da conta única do TJMT para a conta vinculada ao processo.

Segundo o Ministério Público, o esquema foi identificado em 17 processos entre 2018 e 2022. O TJMT alterou a forma de movimentação de valores em 2023, o que teria dificultado a continuidade do esquema.

As vítimas incluem empresários e pessoas físicas que descobriram processos em seus nomes com dívidas simuladas de até R$ 1,8 milhão.

Para saber mais sobre a Operação Sepulcro Caiado, clique aqui e confira o relato exclusivo da investigação da Polícia Civil de Mato Grosso.

Além disso, o juiz Jean Garcia de Freitas Bezerra decidiu que a retirada da tornozeleira será provisória, caso seja apresentado um laudo médico que ateste a necessidade da cirurgia.

O advogado João Miguel da Costa Neto é um dos réus da Operação Sepulcro Caiado, que apura desvio de mais de R$ 21 milhões no Tribunal de Justiça de Mato Grosso.

Em conclusão, o juiz Jean Garcia de Freitas Bezerra decidiu manter o uso da tornozeleira eletrônica para o advogado João Miguel da Costa Neto, um dos réus da Operação Sepulcro Caiado.

Além disso, o Ministério Público emitiu parecer contrário à revogação da cautelar.

O juiz Jean Garcia citou que o monitoramento é importante para a manutenção da ordem pública e conveniência da instrução processual, que ainda não começou.

“Em conclusão, a manutenção das cautelares visa assegurar que o processo transcorra sem sobressaltos, evitando-se a reiteração delitiva a eventual interferência na produção de provas”, diz trecho da decisão do juiz.

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As vítimas incluem empresários e pessoas físicas que descobriram processos em seus nomes com dívidas simuladas de até R$ 1,8 milhão.

O advogado João Miguel da Costa Neto é um dos réus da Operação Sepulcro Caiado, que apura desvio de mais de R$ 21 milhões no Tribunal de Justiça de Mato Grosso.

Em conclusão, o juiz Jean Garcia de Freitas Bezerra decidiu manter o uso da tornozeleira eletrônica para o advogado João Miguel da Costa Neto, um dos réus da Operação Sepulcro Caiado.

Além disso, o Ministério Público emitiu parecer contrário à revogação da cautelar.

O juiz Jean Garcia citou que o monitoramento é importante para a manutenção da ordem pública e conveniência da instrução processual, que ainda não começou.

“Em conclusão, a manutenção das cautelares visa assegurar que o processo transcorra sem sobressaltos, evitando-se a reiteração delitiva a eventual interferência na produção de provas”, diz trecho da decisão do juiz.

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As vítimas incluem empresários e pessoas físicas que descobriram processos em seus nomes com dívidas simuladas de até R$ 1,8 milhão.

O advogado João Miguel da Costa Neto é um dos réus da Operação Sepulcro Caiado, que apura desvio de mais de R$ 21 milhões no Tribunal de Justiça de Mato Grosso.

Em conclusão, o juiz Jean Garcia de Freitas Bezerra decidiu manter o uso da tornozeleira eletrônica para o advogado João Miguel da Costa Neto, um dos réus da Operação Sepulcro Caiado.

Além disso, o Ministério Público emitiu parecer contrário à revogação da cautelar.

O juiz Jean Garcia citou que o monitoramento é importante para a manutenção da ordem pública e conveniência da instrução processual, que ainda não começou.

“Em conclusão, a manutenção das cautelares visa assegurar que o processo transcorra sem sobressaltos, evitando-se a reiteração delitiva a eventual interferência na produção de provas”, diz trecho da decisão do juiz.

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As vítimas incluem empresários e pessoas físicas que descobriram processos em seus nomes com dívidas simuladas de até R$ 1,8 milhão.

O advogado João Miguel da Costa Neto é um dos réus da Operação Sepulcro Caiado, que apura desvio de mais de R$ 21 milhões no Tribunal de Justiça de Mato Grosso.

Em conclusão, o juiz Jean Garcia de Freitas Bezerra decidiu manter o uso da tornozeleira eletrônica para o advogado João Miguel da Costa Neto, um dos réus da Operação Sepulcro Caiado.

Além disso, o Ministério Público emitiu parecer contrário à revogação da cautelar.

O juiz Jean Garcia citou que o monitoramento é importante para a manutenção da ordem pública e conveniência da instrução processual, que ainda não começou.

“Em conclusão, a manutenção das cautelares visa assegurar que o processo transcorra sem sobressaltos, evitando-se a reiteração delitiva a eventual interferência na produção de provas”, diz trecho da decisão do juiz.

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As vítimas incluem empresários e pessoas físicas que descobriram processos em seus nomes com dívidas simuladas de até R$ 1,8 milhão.

O advogado João Miguel da Costa Neto é um dos réus da Operação Sepulcro Caiado, que apura desvio de mais de R$ 21 milhões no Tribunal de Justiça de Mato Grosso.

Em conclusão, o juiz Jean Garcia de Freitas Bezerra decidiu manter o uso da tornozeleira eletrônica para o advogado João Miguel da Costa Neto, um dos réus da Operação Sepulcro Caiado.

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