Sobrinha suspeita de morte do tio Suzane von Richthofen

Sobrinha de Suzane von Richthofen é investigada por morte do tio
Sobrinha de Suzane von Richthofen é investigada pela morte do tio, com desavenças familiares e polícia aguardando exames periciais.
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Suzane von Richthofen, figura pública condenada por assassinato, é investigada pela morte do seu tio Miguel Abdala Netto, de 76 anos, encontrado morto em sua casa na zona sul de São Paulo. A polícia civil investiga o caso como morte suspeita.

Investigação

A investigação segue em andamento, com a polícia aguardando o resultado de exames periciais e toxicológicos para esclarecer as circunstâncias do óbito. Suzane foi ao 27º Delegacia de Polícia para tentar liberar o corpo do tio, mas a polícia não atendeu ao pedido.

Câmeras de segurança de uma empresa vizinha mostram Miguel entrando em casa pela última vez no dia 7 de janeiro, às 17h10. Depois disso, não foi mais visto.

Desavenças familiares

Miguel rompeu relações com Suzane após o assassinato do casal e tornou-se tutor de Andreas, então com 14 anos. A relação com o sobrinho também foi marcada por desavenças.

Um dos episódios mais tensos ocorreu quando Miguel encontrou e entregou ao Ministério Público uma pistola que Andreas havia escondido no quintal da casa, o que deixou o jovem furioso.

Outro motivo de atrito surgiu quando Andreas passou a insistir em visitar a irmã na penitenciária, algo a que o tio se opunha.

Movimentação de Suzane

Suzane afirmou ser a única parente consanguínea próxima do médico, por ser sobrinha de primeiro grau. Com esse argumento, tentou formalizar a liberação do corpo para sepultamento, numa movimentação que também abriria caminho para se tornar inventariante dos bens deixados por Miguel.

A polícia decidiram não atender ao pedido de Suzane. Ela cumpre pena a pena de 39 anos em liberdade.

Um dia antes, Sílvia Magnani, prima de primeiro grau e ex-companheira de Miguel, também tentou liberar o corpo para sepultamento, mas a polícia pediu a ela uma prova formal do parentesco.

Sílvia conseguiu apenas fazer o reconhecimento do cadáver no Instituto Médico Legal (IML).

No mesmo madrugada da morte de Miguel, o portão da casa onde ele foi encontrado amanheceu pichado com a frase “Será que foi a Suzane?”, numa insinuação de que a sobrinha poderia ter algum tipo de envolvimento com a morte do tio.

Sílvia afirma torcer para que Miguel tenha deixado um testamento. Segundo ela, assim que esse documento for localizado, ficará claro que Suzane está excluída da herança.

Leia mais sobre Filhos de criminosos notórios recorrem à Justiça para anular paternidade e sobre a morte de Miguel Abdala Netto.

Agora que você sabe mais sobre o caso, compartilhe suas opiniões sobre as circunstâncias da morte de Miguel.

A investigação continua e a polícia aguarda o resultado de exames periciais e toxicológicos para esclarecer as circunstâncias do óbito.

A família volta a se ver diante de um novo conflito e a busca por justiça continua.

Enquanto isso, o corpo de Miguel permanece no freezer do IML.

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