A decisão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) que determina o fim do voto secreto na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) dividiu opiniões entre parlamentares, afetando a transparência nas votações da ALMT, o que está relacionado a PEC Blindagem Senado: Jurista aponta fim da proposta e PEC da Blindagem: Jurista prevê fim no Senado.
O presidente da Assembleia, Max Russi (Podemos), afirmou que a decisão do TJ deve ser respeitada. Acho que é função do tribunal julgar tudo aquilo que chega pra ele para ser julgado. A gente tem que respeitar, disse Russi.
Entretanto, o deputado Eduardo Botelho (MDB) foi mais enfático ao criticar a decisão do Tribunal. Eu acho que foi uma interferência indevida do Tribunal, afirmou Botelho.
Para ele, o veto é o momento em que o deputado precisa estar livre de pressões, mas lembrou que nada impede o parlamentar de revelar o voto. Assim como no dia da eleição você não pode filmar seu voto, mas você pode dizer em quem votou, disse Botelho.
Já Lúdio Cabral (PT) defendeu a decisão e afirmou que toda votação tem que ser aberta para que a população saiba o posicionamento de cada deputado. O voto secreto protege o deputado da população, afirmou Lúdio.
Entenda o caso: TJMT declarou inconstitucional a votação secreta de vetos na ALMT.
Voto secreto na ALMT: uma questão de transparência
Além disso, a decisão do TJMT reforça a importância da transparência nas votações da ALMT.
Para Lúdio, a votação secreta é uma forma de proteger o deputado da população, mas na prática, ela impede a população de saber o posicionamento de cada deputado.
Em conclusão, a decisão do TJMT determina o fim do voto secreto na ALMT, o que reforça a importância da transparência nas votações da ALMT.










