O ex-ministro Aldo Rebelo questionou, nesta sexta-feira (8), a substituição do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) pelo sistema Bus Rapid Transit (BRT) em Cuiabá e Várzea Grande. A mudança, que envolve altos investimentos públicos, levanta dúvidas sobre a melhor opção para o transporte urbano. Portanto, Rebelo pede explicações.
Aldo Rebelo esteve à frente do ministério quando Mato Grosso optou pelo VLT para a Copa de 2014, um projeto que não foi concluído. As obras consumiram cerca de R$ 2 bilhões até serem paralisadas. A discussão sobre o VLT BRT Cuiabá permanece em pauta.
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Entenda a Polêmica do VLT BRT Cuiabá
Questionado sobre o desperdício de dinheiro público, Rebelo afirmou que qualquer decisão que implique em gastos desnecessários é questionável. No entanto, ele ressalta a importância de as autoridades explicarem as razões da mudança de modal. Além disso, o ex-ministro citou o exemplo do Rio de Janeiro, que teve sucesso com o VLT, destacando a necessidade de adequar a escolha à realidade local.
“Cada estado tem sua necessidade. Alguns optam pelo BRT, outros pelo VLT, dependendo da mobilidade urbana”, disse Rebelo. Por exemplo, ele mencionou cidades que implantaram o BRT e outras que escolheram o VLT. Como resultado, a discussão sobre qual sistema é o melhor para Cuiabá continua.
O governo de Mato Grosso defende que o BRT é mais barato, rápido e viável. Segundo a gestão, concluir o VLT exigiria cerca de R$ 1 bilhão a mais, enquanto o BRT custaria aproximadamente R$ 430 milhões. Ademais, o BRT teria menor custo operacional e seria entregue em até dois anos, oferecendo maior flexibilidade de rotas, além de evitar atrasos.
As obras do BRT estão em andamento. Para mais detalhes sobre o assunto, acesse Portal 163.










