Em uma decisão recente, a Justiça de Mato Grosso decidiu manter preso o policial militar Raylton Duarte Mourão, acusado de executar a personal trainer Rozeli da Costa Souza Nunes, em Várzea Grande, por exemplo, por conta da gravidade do crime imputado.
Além disso, a defesa do policial ingressou com habeas corpus pedindo a substituição da prisão por medidas cautelares mais brandas. No entanto, o juiz Pierro de Faria Mendes entendeu que não houve mudança no cenário processual capaz de justificar a soltura do réu.
Prisão Preventiva: Medida Necessária
- A decisão é do juiz Pierro de Faria Mendes, da 1ª Vara Criminal do município.
- A forma como o assassinato foi cometido, considerada determinante para a manutenção da prisão.
- A conduta atribuída ao réu demonstra risco concreto à ordem pública, tornando insuficiente a aplicação de medidas alternativas.
Por fim, a decisão do juiz Pierro de Faria Mendes ressaltou que a prisão preventiva se trata de medida necessária para assegurar a ordem pública, diante da gravidade concreta dos fatos imputados, revelada, especialmente, pelo modus operandi empregado.
Além disso, a Polícia Civil chegou a declarar que as características do crime eram semelhantes a mortes comandadas por facções criminosas. Todavia, o avançar das investigações apontaram uma trama macabra para a execução da personal.
Em conclusão, o caso da morte da personal trainer Rozeli da Costa Nunes é um exemplo de como a justiça deve ser aplicada de forma rigorosa, especialmente quando o crime é de alta gravidade.
Para saber mais sobre o caso, leia nossa reportagem anterior: Morte de personal trainer em Várzea Grande é uma trama macabra.









