Trabalho Autônomo no Brasil: Uma Falsa Liberdade de Precarização

Precarização do trabalho autônomo no Brasil pela pejotização
A pejotização transforma a promessa de autonomia em vulnerabilidade para o trabalhador
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A data do dia 27 de maio é celebrada como o dia do profissional liberal, homenageando a aprovação do Decreto de Lei n.º 35.575 de 1954, que abriu as portas para o trabalho autônomo no Brasil. No entanto, a “pejotização” tem se tornado um mecanismo de precarização das relações de trabalho, transformando a prometida autonomia em uma falácia.

Trabalho Autônomo no Brasil: Uma Falsa Liberdade de Precarização

Segundo estudo da Fundação Getúlio Vargas, a “pejotização” já resultou em perda de arrecadação entre R$ 89 bilhões e R$ 144 bilhões entre 2018 e 2023.

  • O que se vende como liberdade acaba por entregar uma subordinação velada.
  • A flexibilidade torna-se uma via de mão única, atendendo exclusivamente aos interesses do contratante.
  • A ausência de proteção promovida pela Seguridade Social deixa o “pejotizado” em extrema vulnerabilidade.

No Brasil, a migração de trabalhadores celetistas para o regime de pessoa jurídica impacta sensivelmente os cofres da Previdência Social e reduz a arrecadação de impostos que financiam serviços públicos essenciais.

Confira como a “pejotização” está afetando a sociedade brasileira.

Para evitar o retrocesso social, é necessário fortalecer as instituições fiscalizadoras e a Justiça do Trabalho.

A Precarização do Trabalho Autônomo no Brasil

A “pejotização” representa a transferência clara do risco econômico da atividade empresarial para o trabalhador.

Além disso, a “pejotização” já resultou em perda de arrecadação significativa para a Previdência Social.

Portanto, é fundamental reavaliar a abordagem do trabalho autônomo no Brasil.

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