O presidente da 2ª Turma Criminal do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), o desembargador Josaphá Francisco dos Santos, repreendeu a afirmação do advogado de Pedro Turra, Eder Fior, sobre a prisão do jovem, citando que foi devido a justiça, em vez de ser branco e de classe média.
Além disso, o desembargador afirmou que a afirmação do advogado é “totalmente inverídica” e que o tribunal não tem motivação para prender alguém por suas características raciais ou econômicas.
Em uma entrevista, o advogado de Turra disse que o tribunal prendeu o piloto por ser branco e rico, e que se ele fosse preto e pobre, estaria solto. No entanto, o desembargador Josaphá Francisco dos Santos rebateu essa afirmação.
“Com todo respeito à entrevista, é uma total desinformação e desconhecimento do Tribunal”, afirmou Josaphá dos Santos.
Portanto, o desembargador reiterou que a prisão do piloto foi baseada nas provas apresentadas e não em suas características raciais ou econômicas.
TJDFT mantém prisão preventiva do piloto, com base na justiça
- A 2ª Turma Criminal do TJDFT manteve a prisão preventiva do piloto Pedro Turra, apontado como responsável pela agressão que levou à morte de Rodrigo Castanheira.
- O piloto está preso desde 30 de janeiro e a prisão foi mantida pelos três desembargadores que compõem a 2ª Turma Criminal.
- A prisão preventiva foi mantida após a negativa do relator do habeas corpus, desembargador Diaulas Costa Ribeiro, de soltar o piloto no dia 2 de fevereiro.
Além disso, o Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT) ofereceu denúncia contra Turra por homicídio doloso, com pena de até 30 anos de prisão, caso condenado. Leia também: MPDFT oferece denúncia contra piloto
Em conclusão, a prisão preventiva do piloto foi mantida e a justiça reagiu à afirmação do advogado de que o tribunal prendeu o piloto por ser branco e rico, em vez de se basear na justiça.








