Tentativas de desistência: Wellington Fagundes em conflito

Senador Wellington Fagundes discute tentativas de desistência na disputa ao governo de Mato Grosso
Imagem aborda as tentativas de desistência no cenário político, com foco nas negociações do PL e alianças nacionais.
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Após ter seu nome oficializado como candidato a governador do Estado, o senador Wellington Fagundes (PL) revelou tentativas de desistência do projeto político de disputar o Palácio Paiaguás nas eleições deste ano. Portanto, as conversas ocorreram inclusive em âmbito nacional, durante negociações envolvendo alianças para a disputa presidencial.

tentativas de desistência

De acordo com Wellington, além disso, lideranças de partidos que cogitam apoiar uma eventual candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência da República defendiam que o PL retirasse candidaturas próprias em alguns estados, entre eles Mato Grosso, em troca de apoio nacional.

“O Valdemar, que é o presidente do partido, foi procurado muitas vezes para que o PL não tivesse candidato a governador. Isso não sou eu que estou dizendo, está na imprensa national”, declarou o senador.

Ainda segundo Wellington, as tratativas envolviam a possibilidade de o partido abrir mão da disputa estadual como parte das negociações políticas. As tentativas de desistência, segundo ele, envolviam a possibilidade de o partido apoiar nacionalmente a retirada de algumas candidaturas, e em Mato Grosso queriam dessa forma, afirmou.

“Eram as negociações para exigir que o partido apoie nacionalmente tirar algumas candidaturas, e em Mato Grosso queriam dessa forma”, afirmou.

O senador revelou que conversou diversas vezes com o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, sobre o assunto, mas ressaltou que nunca recebeu um pedido para desistir da candidatura. “Valdemar ligou várias vezes, várias vezes nós nos reunimos”, disse.

Segundo Wellington, o que houve foi uma avaliação conjunta sobre a viabilidade eleitoral de sua pré-candidatura. Ele afirmou que defendeu a manutenção do projeto, desde que fosse respaldado por pesquisas quantitativas e qualitativas.

“Aí fomos analisando. Se eu estivesse mal na pesquisa, você acha que eu iria impor para ser candidato? Claro que não. Então as pesquisas foram mostrando que a candidatura do PL teria viabilidade. Depois, a candidatura do Wellington no PL teria viabilidade”, declarou.

Enquanto ressalta a posição competitiva nas pesquisas, Wellington advertiu que os números não garantem o resultado das urnas e que a campanha precisa manter organização e equilíbrio até a eleição. Em conclusão, a eleição depende de fatores além das pesquisas. Além disso, a articulação política continua essencial.

Conforme reportagem publicada no Portal163, as articulações também foram discutidas em nível nacional.

Entre os pontos discutidos, destacam-se:

  • Alinhamento para apoio nacional a Flávio Bolsonaro
  • Conferência da viabilidade eleitoral com base em pesquisas
  • Diálogo com o presidente Valdemar Costa Neto

Portanto, as tentativas de desistência não significam desistência imediata, mas uma avaliação estratégica.

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