Em meio a uma crise sem precedentes, os servidores do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) protestaram na região central de Cuiabá contra a demissão de servidores com o fim do contrato, no próximo dia 31, com a empresa terceirizada que prestava serviço ao órgão. Além disso, a situação é aguardada com ansiedade, pois o Governo não confirmou a renovação do contrato, nem o chamamento de servidores por contratação direta.
“Aqui, em Cuiabá e Várzea Grande, o governo não quer valorizar a saúde pública. Foram demitidos 56 servidores contratados e até o presente momento o governo não se posicionou”, disse Carlos Mesquita, presidente do Sisma (Sindicato dos Servidores da Saúde do Estado de Mato Grosso.
Samu em crise: uma situação que afeta a população
Segundo Mesquita, além de renovar com a terceirizada, o Governo tem como opção convocar aprovados no último concurso público que ainda não foram chamados. “Por exemplo, por que o estado não chama os concursados? Na verdade, é um desmonte do SAMU”, disparou. Portanto, a situação não afetará apenas os trabalhadores, mas também a população, pois os atendimentos serão prejudicados.
- São servidores que trabalham na ponta, são enfermeiros, técnicos enfermagem, condutores.
- Então, nós estamos aqui alertando a população que a demissão desses servidores pode provocar de até tirar vida de pessoas, porque no caso de emergência, quanto mais rápido o atendimento, a pessoa tem possibilidade de sobreviver.
Desde o início da semana, os servidores da Samu têm se manifestado cobrando uma solução sobre a situação. Além disso, eles já estiveram na Assembleia Legislativa buscando a intervenção de deputados estaduais. Em conclusão, a situação é de extrema gravidade e exige uma solução imediata.
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