Regularização do comércio de pescado: Abilio lidera ações para Praieirinho

Prefeito Abilio lidera ações para regularização do comércio de pescado no Praieirinho.
Ações para regularização do comércio de pescado no Praieirinho lideradas pelo prefeito Abilio.
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Regularização do comércio de pescado: Abilio lidera ações para Praieirinho

Em meio às discussões sobre a permanência da Feira do Praeirinho, o prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, se reuniu na manhã desta terça-feira (24), em seu gabinete, com representantes das Secretarias Municipais de Ordem Pública, Meio Ambiente, Agricultura e Trabalho, Saúde (Vigilância Sanitária), Segurança, Procuradoria-Geral do Município e com os 22 comerciantes de pescado que atuam no local, visando a regularização do comércio de pescado.

A reunião teve como foco construir uma solução definitiva que assegure a permanência das famílias, dentro dos parâmetros legais e sanitários exigidos pela legislação federal e municipal.

Objetivo: Regularizar o Comércio de Pescado

A proposta prevê orientações técnicas da Vigilância Sanitária, exigências de manipulação e armazenamento conforme as normas vigentes, além de ajustes estruturais que garantam segurança alimentar e preservação ambiental, permitindo que os comerciantes atuem dentro da legalidade.

Entre as medidas concretas, o prefeito liderou a elaboração de um decreto e projeto de lei voltados à regularização da atividade no Praeirinho, buscando a regularização do comércio de pescado e a desenvolvimento sustentável da região.

Plano de Ação

  • O vereador Alex Rodrigues informou que, após o encaminhamento formal do plano de ação elaborado pelo Executivo em parceria com os vendedores, a Promotoria de Justiça deverá conceder dilação de prazo de quatro meses para que as adequações estruturais sejam implementadas.
  • O cronograma prevê realização de ações em curto, médio e longo prazo.

No campo institucional, a expectativa é que, com o envio imediato dos projetos à Câmara, o processo de regularização avance de forma célere, conciliando tradição cultural, geração de renda e cumprimento das normas sanitárias e ambientais.

A iniciativa marca uma mudança de postura no tratamento do tema, priorizando o diálogo interinstitucional e a construção de soluções consensuais.

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