Sinfra garante segurança no Portão do Inferno: trincas são apenas juntas de dilatação

Portão do Inferno Mato Grosso trincas juntas de dilatação
Trincas no Portão do Inferno são apenas juntas de dilatação
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Portão do Inferno Mato Grosso trincas juntas de dilatação

As notícias sobre trincas no Portão do Inferno, na rodovia MT-251 entre Cuiabá e Chapada dos Guimarães, têm sido um tema de discussão nas redes sociais nos últimos dias.

Diante dos questionamentos, a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) traz esclarecimentos sobre a situação do local. A Sinfra-MT assegura que as trincas não indicam risco iminente de colapso.

As trincas mostradas no chão correspondem às juntas de dilatação, elementos previstos em grandes estruturas de concreto.

Risco zero, mas medidas preventivas são essenciais

No entanto, é importante ressaltar que o risco existe e é por isso que há medidas preventivas em relação ao trânsito no local.

As juntas de dilatação são espaços projetados nas estruturas para permitir pequenas movimentações naturais causadas por variações de temperatura, peso dos veículos e diferenças de comportamento entre materiais.

Em grande obras, como pontes e viadutos, esse tipo de junta é ainda mais essencial.

Monitoramento constante

Desde o início das intervenções no Portão do Inferno, o local passa por monitoramento técnico contínuo, realizado por equipes especializadas.

As juntas e trincas são medidas periodicamente.

Esse acompanhamento permite identificar qualquer alteração fora do padrão esperado e, até o momento, não há indicativos de deslocamento estrutural que exijam novas medidas emergenciais.

Solução definitiva

  • O Governo de Mato Grosso já confirmou que a solução definitiva para o Portão do Inferno será a construção de um túnel.
  • A licitação para contratação da empresa que será responsável pela elaboração do projeto e execução da obra está marcada para o dia 9 de março.

Confira mais sobre o projeto de construção do túnel no Portal 163.

No caso do Portão do Inferno, as trincas visíveis estão localizadas na transição entre o viaduto, que é uma estrutura rígida de concreto armado, e o pavimento apoiado sobre o solo.

Esse tipo de situação já ocorreu em outra ponte em Cuiabá, a Ponte Mário Andreazza.

É importante lembrar que as juntas de dilatação são espaços projetados nas estruturas para permitir pequenas movimentações naturais causadas por variações de temperatura, peso dos veículos e diferenças de comportamento entre materiais.

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