Em uma decisão firme, a Polícia Federal (PF) determinou, nesta quinta-feira (26/2), o afastamento do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) do cargo de escrivão da corporação até a conclusão de um Processo Administrativo Disciplinar (PAD), conforme informa a nossa reportagem.
A decisão foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) e formalizada por meio de portaria assinada pelo corregedor regional da PF no Rio de Janeiro.
Eduardo Bolsonaro: Um Caso de Faltas Não Justificadas
A investigação visa apurar se houve abandono de cargo e, em consequência disso, a PF decidiu afastar o ex-deputado do cargo de escrivão, PF afasta Eduardo Bolsonaro, até a conclusão do processo.
- O PAD foi instaurado no fim de janeiro para apurar faltas não justificadas de Eduardo ao posto na delegacia da PF em Angra dos Reis (RJ).
- Portanto, a PF decidiu afastar o ex-deputado do cargo de escrivão.
- A portaria determina que Eduardo entregue a carteira funcional e a arma de fogo institucional ao chefe imediato no prazo de cinco dias úteis.
- Em adição, a PF reforça a importância de cumprir com as obrigações funcionais.
- Ao final do processo, os ministros do STF decidirão pela absolvição ou condenação.
- Por exemplo, a PF está tomando medidas para garantir a justiça no caso de Eduardo Bolsonaro.
Em consequência disso, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro deve apresentar defesa e indicar testemunhas.
Consequências do Caso
Ao final do processo, os ministros do STF decidirão pela absolvição ou condenação de Eduardo Bolsonaro.
Em conclusão, a PF está tomando medidas para garantir a justiça no caso de Eduardo Bolsonaro.









