PF mira quadrilha envolvida na movimentação de drogas

Policiais federais durante a Operação Avalanche, ligada à movimentação de drogas e prisões em vários estados.
Operação Avalanche envolve prisões, buscas e apreensões para desarticular esquema de movimentação de drogas.
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A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (23) a Operação Avalanche, que tem como alvo uma organização criminosa suspeita de movimentação de drogas de mais de duas toneladas em vários estados. Entre os investigados está um servidor público, apontado como possível integrante do esquema.

movimentação de drogas: panorama da operação

A PF cumpriu 47 mandados judiciais, sendo 20 de prisão preventiva e 27 de busca e apreensão, expedidos pela 1ª Vara de Garantias da Comarca de Porto Velho. As ordens foram executadas em cidades de Rondônia, Mato Grosso, Tocantins, Minas Gerais e São Paulo.

Além disso, a investigação aponta a movimentação de drogas como fio condutor do esquema.

As investigações indicam que o grupo atuava de forma estruturada na logística, no transporte, no armazenamento e na distribuição de entorpecentes. A PF identificou indícios de ligação com membros de outra organização criminosa.

O inquérito começou em janeiro de 2025, após a prisão em flagrante de um homem que transportava cerca de 797 quilos de cocaína em um caminhão frigorífico. As análises dos celulares apreendidos permitiram aprofundar as apurações.

  • Diversas apreensões de drogas em estados diferentes totalizam quase duas toneladas.
  • Indícios de movimentações financeiras incompatíveis com a renda declarada por alguns suspeitos.
  • Uso de terceiros para ocultar valores e possíveis práticas de lavagem de dinheiro.

No cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie, equipamentos eletrônicos, armas de fogo e munições. Todo o material recolhido será submetido à perícia para auxiliar no avanço das investigações.

Portanto, os suspeitos poderão responder pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico, organização criminosa e lavagem de dinheiro. Somadas, as penas podem ultrapassar 40 anos de prisão.

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