Em Goiás, a prisão da advogada Áricka Rosália Alves Cunha gerou uma forte reação da Ordem dos Advogados do Brasil em Mato Grosso (OAB-MT), que classificou o caso como violação das prerrogativas profissionais.
A ação foi conduzida pelo delegado Christian Zilmon Mata dos Santos, que autuou a advogada por desacato, difamação e desobediência. Após ser levada à delegacia, Áricka foi liberada horas depois mediante pagamento de fiança de R$ 10 mil.
Violação de prerrogativas profissionais
A abordagem dentro do escritório motivou questionamentos sobre possível desrespeito às garantias previstas no exercício da advocacia. A OAB-MT manifestou solidariedade à advogada e afirmou que houve “grave violação de prerrogativas”.
Além disso, a entidade declarou que o ato é incompatível com a legislação e apontou que houve afronta à inviolabilidade do escritório de advocacia, prevista no Estatuto da Advocacia.
“A OAB-MT expressa seu mais absoluto repúdio ao ato, que afronta a inviolabilidade do escritório de advocacia e desrespeita as garantias previstas no Estatuto da Advocacia”, diz trecho da nota.
A presidente da OAB-MT, Gisela Cardoso, destacou a atuação do Sistema OAB na apuração do caso e na adoção de providências. A entidade reafirmou o compromisso institucional de defesa das prerrogativas profissionais e cobrou responsabilização pelos fatos.
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A OAB-MT também criticou o uso de algemas durante a condução, classificando a medida como injustificável. Portanto, a entidade reforça o compromisso de defender as prerrogativas profissionais.
Além disso, a manifestação da OAB-MT destaca a importância da defesa das prerrogativas profissionais e da responsabilização dos fatos.
Em conclusão, a prisão da advogada Áricka Rosália Alves Cunha gerou uma forte reação da OAB-MT, que classificou o caso como violação das prerrogativas profissionais.









