O vereador por Cuiabá, Daniel Monteiro (Republicanos), considera que a moção de repúdio Cuiabá aprovada contra o ministro do STF, Alexandre de Moraes, não possui serventia prática. Ele afirma que a ação é vista mais como um gesto simbólico e, portanto, não gera efeitos concretos. Diante disso, Monteiro optou por não participar da votação.
A proposta, de autoria do vereador Rafael Ranalli (PL), alega que Moraes feriu princípios do Estado Democrático de Direito. A moção de repúdio Cuiabá, que obteve 16 votos favoráveis, um contrário e uma abstenção, visava criticar decisões do ministro, inclusive a prisão domiciliar de Bolsonaro.
Para aprofundar seus conhecimentos sobre o tema, confira a análise detalhada em Moção de repúdio contra Moraes é ‘perda de tempo’, diz vereador.
A Visão do Vereador sobre a Moção de Repúdio Cuiabá
Monteiro, questionado sobre a utilidade da moção de repúdio Cuiabá, declarou que sua atuação é pragmática, focando em ações que beneficiem diretamente a população. Ademais, ele ressaltou que, embora a iniciativa possa ter significado para Ranalli, colega de partido do ex-presidente, para ele representou uma perda de tempo.
“Com todo respeito a quem propôs essa moção de repúdio, se você ver, eu nem votei essa moção, porque não vai resolver o problema”, disse Monteiro. Ele enfatizou que a ação não trará resultados práticos.
O vereador Mário Nadaf (PV) votou contra a moção, enquanto Katiuscia Manteli (PSB) se absteve. Outros nove vereadores não votaram a proposta. Em outras palavras, a discussão gerou divergências consideráveis.
Os vereadores que votaram a favor da moção foram: Paula Calil (PL), Eduardo Magalhães (Republicanos), Michelly Alencar (União Brasil), Demilson Nogueira (PP), Rafael Ranalli (PL), Coronel Dias (Cidadania), Alex Rodrigues (PV), Dilemário Alencar (União Brasil), Kássio Coelho (Podemos), Wilson Kero Kero (PMB), Drª Mara (Podemos), Baixinha Giraldelli (Solidariedade), Marcrean Santos (MDB), Fellipe Corrêa (PL), Cezinha Nascimento (União Brasil) e Samantha Iris (PL).
Apesar da crítica à moção, Monteiro destacou que respeita a posição de quem a apoiou. Como resultado, a polêmica demonstra as diferentes visões dentro da Casa de Leis, evidenciando o debate político local.
Para saber mais sobre as ações da Câmara, acesse Portal 163.










