Massacre após jogo de sinuca: Condenado a pagar pensão e indenização
Em uma decisão importante para a justiça, a Justiça de Mato Grosso condenou o assassino Edgar Ricardo de Oliveira a pagar uma pensão mensal equivalente a 2/3 do salário mínimo para a filha de Elizeu Santos da Silva, uma das vítimas da chacina ocorrida em fevereira de 2023 no Bruno Snooker Bar, em Sinop (a 500 km de Cuiabá). Além disso, ele também foi condenado a pagar R$ 200 mil à menina por danos morais.
Por exemplo, a decisão foi assinada nesta quarta-feira (13) pelo juiz Cristiano dos Santos Fialho, da 3ª Vara Cível de Sinop, em ação movida por Manuela Salles da Silva, representada pela mãe, Gisele Dias Salles.
No entanto, a condenação se tornou definitiva em julho de 2025, após o processo ter sido concluído.
Morte de um familiar próximo gera dano moral automático
Portanto, o magistrado afirmou que a condenação criminal definitiva de Edgar já comprova, sem possibilidade de discussão, que ele foi o responsável pelo assassinato do pai da autora da ação.
Além disso, o juiz ressaltou que a morte violenta de um familiar próximo gera dano moral automático, especialmente diante da gravidade do caso.
As vítimas da chacina
Conforme o processo, as vítimas foram Maciel Bruno de Andrade Costa, Orisberto Pereira Sousa, Elizeu Santos da Silva, Getúlio Rodrigues Frazão Júnior, Josue Ramos Tenorio, Adriano Balbinote e a adolescente Larissa de Almeida Frazão, de 12 anos.
No caso, o massacre ocorreu após Edgar perder cerca de R$ 4 mil em apostas de sinuca para Getúlio Rodrigues Frazão Júnior em um bar de Sinop.
No entanto, isso foi apenas o início de uma série de eventos trágicos que levaram à chacina.
A decisão da Justiça
A decisão da Justiça de Mato Grosso foi um passo importante para a justiça e a segurança pública.
Por exemplo, a condenação de Edgar a pagar pensão e indenização à filha de Elizeu Santos da Silva é um reconhecimento da gravidade do crime cometido.
Além disso, a decisão reforça a importância da justiça e da segurança pública em nossa sociedade.
Por isso, é fundamental que a Justiça continue a trabalhar para garantir a segurança e a justiça para todos.
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