A Justiça de Mato Grosso decidiu que Danieli Corrêa da Silva e o servidor público Diogo Ferreira Fortes vão a júri popular pela morte do estudante de Veterinária, Frederico Albuquerque Siqueira Corrêa da Costa, de 21 anos, em Cuiabá, em 2022.
O jovem morreu após ser atropelado na Avenida Beira Rio, em Cuiabá, em uma região próxima à Unic, conhecida pelo grande fluxo de universitários.
Indícios de crime doloso em júri popular em Mato Grosso
Os magistrados entenderam que existem indícios de que o casal assumiu o risco de matar, pois haviam consumido bebidas alcoólicas antes da colisão. Portanto, por se tratar de crime doloso contra a vida, será levado ao Tribunal do Júri.
Frederico morreu ainda no local após ser atropelado, em uma região próxima à Unic, conhecida pelo grande fluxo de universitários. Laudos apontam que o carro trafegava a cerca de 90 km/h, acima do limite de 60 km/h permitido na via.
A investigação no júri popular em Mato Grosso
Leia também: A investigação reuniu boletim de ocorrência, perícia no local, exame de necropsia, laudos de velocidade e imagens de câmeras de segurança, além de depoimentos de testemunhas que ajudaram a reconstituir o que aconteceu naquela madrugada.
No entanto, a defesa argumentou que não há certeza absoluta sobre a intenção de matar. Além disso, o carona confirmou que a jovem estava ao volante no momento do atropelamento.
A decisão do TJMT e júri popular em Mato Grosso
Ao analisar o recurso da defesa, os desembargadores destacaram que, nessa fase do processo, não é preciso ter certeza absoluta sobre a intenção de matar, mas sim indícios suficientes para que o caso seja levado a julgamento popular. Em conclusão, o processo segue para a fase final antes do julgamento, quando será definida a data do júri popular.
Sete jurados vão decidir se o casal deve ser condenado pela morte do estudante. O caso é um exemplo de como a justiça pode ser levada a julgamento popular em Mato Grosso.
Além disso, a decisão do TJMT destaca a importância de se ter indícios suficientes para que o caso seja levado a julgamento popular. Em última análise, a culpa será determinada pelos jurados.
Para mais informações, leia: PGE/MT Garante Arquivamento de Ação e Acordo com a Oi é Legal e Vantajoso e Mulher acusada de homicídio qualificado por discussão sobre drogas e álcool.
Ao final, é importante lembrar que a justiça é feita com equidade e imparcialidade. O processo do casal que vai a júri popular em Mato Grosso é um exemplo disso.
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Mato Grosso mantém decisão: facções vão a júri popular, PGE/MT Garante Arquivamento de Ação e Acordo com a Oi é Legal e Vantajoso e Mulher acusada de homicídio qualificado por discussão sobre drogas e álcool.









