Independência econômica Várzea Grande: vice-prefeito defende gestão autossuficiente

Vice-prefeito discute planos para a independência econômica de Várzea Grande, enfatizando autossuficiência.
O debate sobre a independência econômica em Várzea Grande foca em autossuficiência e desenvolvimento local.
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O vice-prefeito de Várzea Grande, Tião da Zaeli (PL), defendeu veementemente a independência econômica Várzea Grande durante audiência pública realizada nesta terça-feira (24). A gestão atual, segundo ele, prioriza a geração de emprego e renda, visando uma cidade autossuficiente.

Independência econômica Várzea Grande: um clamor da gestão

Tião da Zaeli enfatizou que Várzea Grande precisa deixar de ser apenas um anexo de Cuiabá. Portanto, a meta é ser útil para todos os seus habitantes, indo à capital apenas por lazer, não por necessidade. Ademais, o vice-prefeito ressaltou o caráter popular da administração, composta por pessoas que vivenciam o cotidiano do município. Com isso, muitos problemas históricos estão sendo, finalmente, resolvidos.

Debate sobre mobilidade urbana e desenvolvimento

A audiência, solicitada pelo vereador Rogério França (Rogerinho da Dakar – PSDB), abordou diversas pautas importantes. Incluíram-se abertura de empresas, regularização de imóveis, melhorias urbanas e fortalecimento do comércio local. Por exemplo, as principais queixas dos empresários giraram em torno da Rodovia dos Imigrantes. Houve críticas quanto ao acesso às regiões do Bonsucesso e Souza Lima, além da falta de retornos seguros e da proposta de pedágio. Em contrapartida, o vice-prefeito apresentou uma solução para o Bonsucesso, garantindo maior segurança e mobilidade. É fundamental, no entanto, buscar soluções inteligentes para os desafios do desenvolvimento.

Outros pontos cruciais discutidos foram a travessia perigosa da Avenida FEB e a inversão de mão da Avenida Couto Magalhães. Não obstante, a necessidade de estudo para estacionamento rotativo e a resolução de problemas com cabeamentos também foram levantadas. O coordenador de Mobilidade Urbana, Cidomar Arruda, destacou a realização de estudos técnicos. Contudo, a mobilidade urbana exige recursos significativos para soluções definitivas.

Desafios fiscais e facilitação na abertura de empresas

Empresários e contadores relataram dificuldades no processo de abertura e regularização de empresas. A burocracia para emissão de alvarás e habite-se, além de problemas no atendimento fazendário, foram as principais queixas. Em resposta, a Prefeitura esclareceu que não bloqueia notas fiscais por dívidas e que a emissão de nota avulsa é possível. Além disso, nenhum fiscal está autorizado a ameaçar contribuintes. A secretária de Desenvolvimento Urbano, Manoela Rondon, anunciou uma nova lei. Assim, haverá flexibilização para imóveis consolidados, facilitando alvarás e habite-se.

Igualmente, o secretário de Meio Ambiente, Ricardo Amorim, apresentou novidades. Foi implantado um novo software para agilizar licenciamentos e criados cinco ecopontos. Por fim, o comandante da Guarda Municipal, Juliano Lemos, destacou o policiamento comunitário e o programa “Via Azul”. O vereador Rogerinho da Dakar reforçou que as demandas serão levadas às esferas estadual e federal, buscando unir forças para o progresso de Várzea Grande. Representantes de diversas entidades, como a ACIVAG e a OAB-MT, também participaram do importante debate sobre a independência econômica Várzea Grande e seu futuro.

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