O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) chorou ao lembrar de sua mãe, Margarida Gelmina Pivetta, e da história da mãe de Pivetta, destacando a importância dela para a trajetória dele como gestor, nesta quinta-feira (30) durante entrevista ao Pongo News.
Além disso, quando o apresentador Lucas Orione citou a expressão “vá com Deus”, Margarida disse a ele a frase, e ele se emocionou. Na época, ele estava se mudando do Rio Grande do Sul para Mato Grosso, onde iniciou seus empreendimentos e vida pública.
história da mãe de Pivetta inspira gestão pública
Portanto, “A mãe é nossa origem. Tudo começa dentro da nossa mãe. Nos dias de hoje é muito difícil a gente parar para se emocionar durante esta missão em que estamos”, disse.
Além disso, o governador destacou como Margarida o ajudou a construir o “senso de responsabilidade” que norteia seus princípios enquanto gestor público. “Nunca perco o senso de responsabilidade. Se Deus deu essa missão para nós, e o povo nos contratou, precisamos honrar isso todos os dias. Não durmo bem quando me encontro com os problemas não solucionados que são para o estado resolver”, pontuou.
Portanto, essa lembrança, a história da mãe de Pivetta, reforça o compromisso de Pivetta com a solução dos problemas do estado. “Isso me toca e me alimenta com a disposição, a coragem e a vontade de continuar lutando para resolver os problemas que o estado tem. Não são poucos. Estamos no caminho, porque criamos um modelo de gestão que deu outra direção a Mato Grosso”, completou.
– história da mãe de Pivetta como motor da gestão
– senso de responsabilidade como norte do mandato
– compromisso com a solução dos problemas de Mato Grosso
Para leitura adicional, acesse o Portal163: Legado de uma matriarca é homenageado por políticos em Mato Grosso e Centro Médico Infantil Cuiabá: Atendimento pediátrico para 18 mil crianças.
Enquanto a memória de Margarida orienta o olhar do governador para as prioridades, a equipe de governo utiliza esse norte para priorizar saúde, educação e infraestrutura em projetos que fomentam o desenvolvimento humano. O depoimento também mostra como valores familiares, quando bem traduzidos em políticas públicas, podem aumentar a confiança da população, reduzir incertezas e estimular a participação cívica.
Diversas lideranças locais já mencionam que o relato de Pivetta é um lembrete de que o serviço público é uma missão comum. Com isso, o estado buscou formas de ampliar transparência, ampliar diálogo com comunidades e responder com rapidez às demandas emergentes. A narrativa da família, segundo analistas, funciona como uma bússola que aponta para soluções duradouras.










