Portanto, a Operação Energia Limpa contabilizou 146 prisões por furto de energia em Mato Grosso no primeiro semestre de 2026.
Além disso, o número já supera em 18% o total de 2025, quando 124 pessoas foram presas ao longo dos 12 meses.
Além disso, segundo a Energisa, o aumento decorre da intensificação das fiscalizações feitas em parceria com as forças de segurança pública.
As fiscalizações são definidas a partir de análises técnicas que apontam indícios de irregularidades no consumo.
Assim, quando a fraude é confirmada, os responsáveis são encaminhados à autoridade policial e respondem criminalmente por furto de energia ou adulteração de medidores.
Além de crime, o furto de energia compromete a qualidade do fornecimento.
Além disso, a prática pode causar sobrecarga na rede, oscilações de tensão, interrupções, danos a equipamentos e aumenta o risco de choques elétricos, incêndios e acidentes graves.
A Energisa reforça que as denúncias podem ser feitas de forma anônima pelos canais:
- Aplicativo Energisa On
- WhatsApp Gisa: (65) 99999-7974
- Site energisa.com.br
- Call Center 0800 6464 196
- 190, 181 ou 197
Leia também: Furto de transformador: prisão e desmonte na Unemat. Os números mostram que as estratégias de combate ao furto de energia estão cada vez mais assertivas. Estamos ampliando nossa capacidade de identificar fraudes e atuando de forma integrada com as forças de segurança, afirma Maria Luisa Xavier, supervisora de Combate a Perdas da Energisa.
Para mais informações, acesse Portal163.
Essa situação evidencia o furto de energia como problema que requer atuação contínua das autoridades e da concessionária.







