Em uma história de traição e assassinato, Jackson Pinto da Silva, de 64 anos, foi preso suspeito de matar a esposa, Nilza Moura de Sousa Antunes, de 64 anos, em Cuiabá. É o feminicídio em Cuiabá que está em foco. A Polícia Civil apurou que o assassino vivia às custas da vítima, que era empresária e não possuía patrimônio próprio.
O delegado Marlon Nogueira, da Delegacia de Estelionato de Cuiabá, afirmou que a vítima era empresária e que o patrimônio era dela, não do suspeito.
Além disso, as investigações apontam que o suspeito tentou movimentar R$ 18 mil horas após o crime, utilizando uma maquininha vinculada à empresa, sob o pretexto de “pagar o resgate” da vítima.
Feminicídio em Cuiabá: um crime premeditado
Nilza foi morta enquanto dormia, o que indica que o crime não ocorreu durante uma discussão ou momento de impulso, no entanto com indícios de premeditação ao menos quanto à execução.
A Polícia Civil também apurou que o corpo da vítima foi escondido sob uma cratera, com mais de dois metros de profundidade, por exemplo em uma tentativa de ocultar o crime.
As investigações ainda apontam que o suspeito utilizou recursos ligados à vítima para realizar uma transação no valor de R$ 18 mil, em conclusão, indicando que o crime foi premeditado.
Segundo a Polícia Civil, o suspeito responderá por feminicídio qualificado, ocultação de cadáver e falsa comunicação de crime.
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