A Justiça de Mato Grosso manteve a prisão de Jackson Pinto da Silva, de 38 anos, que confessou o feminicídio da empresária Nilza Moura de Sousa Antunes, de 64 anos, em Cuiabá. Além disso, a decisão foi tomada durante audiência de custódia realizada pelo juiz da 14ª Vara Criminal, João Bosco Soares da Silva. Portanto, o suspeito permanece preso enquanto o caso segue sob investigação da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
O crime ocorreu entre a noite de domingo (3) e a madrugada de segunda-feira (4), na casa do casal. Conforme a Polícia Civil, Nilza foi assassinada por estrangulamento com o uso de um lacre plástico, conhecido como “enforca-gato”, enquanto dormia em sua residência, localizada na capital.
Feminicídio: uma tragédia que não para de aumentar em Mato Grosso
“Ela estava com os pés amarrados, os braços também e no pescoço com o lacre. Na verdade, ele enforcou ela com o ‘enforca-gato’”, afirmou a delegada Eliane da Silva Moraes. Em conclusão, o corpo foi encontrado no dia seguinte, enrolado em um lençol, e retirado com auxílio de maquinário pesado.
Além disso, a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) está investigando o caso e está trabalhando para descobrir as circunstâncias do crime. Por exemplo, o suspeito ocultou o corpo em um buraco de cerca de dois metros de profundidade, nos fundos de outro imóvel, no bairro Parque Cuiabá.
Segundo a Polícia Civil, o caso é um exemplo de feminicídio e está sendo tratado com a devida atenção e seriedade. No entanto, a Justiça de Mato Grosso está trabalhando para garantir que a justiça seja feita e que o suspeito seja responsabilizado pelo crime. Portanto, a prisão do suspeito é uma medida importante para garantir a segurança da sociedade.
Para saber mais sobre a investigação e o caso, clique aqui.










