Além disso, a Interpol desarticulou, em Essuatíni, um esquema que utilizava uma falsa delegacia da PF para enganar vítimas por videochamada. O golpe mostra como criminosos replicaram estruturas da Polícia Federal brasileira para ganhar confiança e facilitar fraudes financeiras.
falsa delegacia da PF
Portanto, a Operação First Light 2026 atuou de janeiro a abril e resultou na prisão de 5.811 pessoas em 97 países e territórios.
Em Essuatíni, a rede usava videochamadas para convencer as vítimas de que eram alvos de um crime; assim, elas transferiam recursos para a “guarda” e, em seguida, tinham o dinheiro roubado.
Ainda, a Interpol apreendeu 240 dispositivos eletrônicos e dinheiro em espécie, além da réplica de uma delegacia da PF, com uniformes, placas e equipamentos falsos.
82 presos na Essuatíni.
240 dispositivos apreendidos.
US$ 293 milhões em ativos ilícitos.
O grupo era responsável por redes de jogos de azar on-line ilegais, lavagem de dinheiro e golpes de falsificação de identidade.
Além disso, a operação global ocorreu em 97 países e territórios, incluindo China, Singapura, Omã e Tailândia. Os policiais prenderam 5.811 pessoas e apreenderam US$ 293 milhões em ativos ilícitos. A ação começou em 15 de janeiro e terminou em 30 de abril.
Mais de 142.000 vítimas foram afetadas em todo o mundo. Essa estrutura centrada na falsa delegacia da PF reforça a necessidade de cautela com golpes de engenharia social. Para mais informações, acesse Crime envolvendo CNH falsa em MT e Alvo da PF: foragido da Justiça é preso com armas de fogo e munições em MT.










