O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) garantiu que o Estado não está medindo esforços para combater as facções criminosas no Mato Grosso. Portanto, parte do aumento das organizações está relacionada à migração de criminosos para o Estado, o que exige planejamento integrado entre as forças de segurança, políticas de prevenção, investimentos em inteligência e atuação com foco na cooperação entre diferentes esferas do governo.
facções criminosas no Mato Grosso
Não apenas no combate direto, mas também no trabalho de prevenção, com reforço de patrulhamento, inteligência artificial aplicada a monitoramento, capacitação de agentes, melhoria de redes de comunicação entre as forças, e maior integração com as unidades da Polícia Civil, da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros. “Nós vamos para cima, nós vamos fazer com que a criminalidade diminua, nós vamos, com as forças que nós temos, prender, punir. Não há falta do Estado nesse quesito. Nós estamos avançando e avançando com força, com determinação”, assinalou. Dados sobre intervenções policiais em Mato Grosso: dados 2025 ajudam a entender esse cenário, apontando ações que reforçam a presença do Estado nas ruas.
Ainda assim, segundo Pivetta, não existe nenhuma região ou área do Estado dominada por grupos criminosos. “Não temos nenhum território dominado pelo Estado paralelo, e não vai ter. Mas isso não nos deixa tranquilos, isso só não é nada que nos deixe acomodados”, disparou. O discurso dele é acompanhado de dados de atuação policial que mostram o esforço de monitoramento e desmantelamento de estruturas que atuam nos cinturões mais sensíveis do território.
Além disso, em relação aos investimentos na segurança, onde o Anuário da Segurança Pública apontou que Mato Grosso deve reduzir investimentos em até 10%, Pivetta garantiu que está atendendo todas as demandas das polícias Militar e Civil, Politec e Corpo de Bombeiros. “Todas as solicitações em relação a equipamento, a tecnologia, a inteligência artificial, todas as ferramentas para investigação mais modernas existentes no mercado, as nossas polícias estão usando”.
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