coronel vai a júri
coronel vai a júri não é apenas uma referência institucional, é a peça central de uma acusação que envolve o financiamento de um assassinato. Segundo a denúncia, o coronel Etevaldo Caçadini atuou nos bastidores para facilitar a morte do advogado Roberto Zampieri, ocorrido em dezembro de 2023. O julgamento, que começou nesta semana, acontece com Caçadini a bordo de uma cadeira de rodas, após prisão em janeiro de 2024 e determinação de prisão domiciliar por questões de saúde desde julho de 2025. As autoridades ressaltam que a defesa apresentou laudos médicos que indicam câncer metastático, complicações cardíacas e outras condições graves; a legitimidade dessas alegações está em exame pelo tribunal. O foco, porém, permanece no papel do militar como financiador, segundo o Ministério Público, e na forma como o tribunal conduzirá o júri popular.
Além do coronel, aparecem outros réus na acusação. Antônio Gomes da Silva, apontado pelo Ministério Público como autor dos disparos, permanece detido e comparece ao júri em roupas civis. Hedilerson Fialho Martins Barbosa, acusado de intermediar o crime e fornecer a arma, também se encontra presente, sem demonstrar nervosismo, segundo testemunhas. A defesa de cada um sustenta versões diferentes, e a relação entre eles, de acordo com a investigação, envolve logística, planos e coordenação que exigem avaliação minuciosa pelo juiz presidente e pelo conselho de jurados.
- Caçadini comparece em cadeira de rodas e cumpre prisão domiciliar
- Antônio Gomes da Silva, apontado como autor dos disparos, permanece detido
- Hedilerson Fialho Martins Barbosa, intermediário, está presente no júri
Para acompanhar as atualizações, leia mais em Morte do advogado Roberto Zampieri: início do júri e Soltura rapper Oruam: Deputado critica decisão judicial.
coronel vai a júri.









