O Cordeiro que Permanece: Redenção do Mundo
Continuando a reflexão sobre o Cordeiro de Deus, um tema antigo e eterno que atravessa os séculos, uma luz que desce sobre o altar do tempo humano. João Batista não apresenta um herói, nem um conquistador, nem um sábio. Apresenta um Cordeiro. Uma figura humilde, mansa, silenciosa — e, contudo, carregada do peso infinito da redenção.
Além disso, na antiga aliança, o homem oferecia animais para aplacar o medo de Deus. O sangue corria como um grito: o grito da culpa, o grito da distância, o grito da espera. Era a pedagogia da fragilidade humana: algo tinha de morrer para que a vida fosse reconciliada.
No entanto, agora, na margem do Jordão, João proclama que já não é o homem que oferece, é Deus que Se oferece. O Cordeiro não vem receber sacrifícios. Vem ser o Sacrifício. E este é o escândalo sublime da fé: o Infinito faz-Se pequeno; o Criador faz-Se oferenda; o Amor torna-Se pão partido e vinho derramado.
Redenção do Mundo
O Evangelho de João (Jo. 1,29-34) convida-nos a fixar o olhar naquele que “permanece”. João diz: “Eu vi o Espírito descer e permanecer sobre Ele.” Não é uma visita passageira. É uma habitação eterna. Onde o Espírito permanece, aí nasce a vida nova.
Por exemplo, cada Eucaristia é um Jordão interior. Cada altar é um lugar onde o Espírito continua a descer e a permanecer. Cada vez que o pão e o vinho são oferecidos, o sacrifício antigo encontra o seu cumprimento definitivo.
No entanto, o altar cristão não é um palco de morte, mas um trono de vida. O sangue já não clama por perdão — o Sangue de Cristo proclama reconciliação e amor sem fim.
Além disso, o pão é o corpo que se entrega. O vinho é o sangue que se oferece. E o altar torna-se o lugar onde o tempo toca a eternidade.
Por exemplo, participar “dignamente” não é apenas cumprir um rito. É entrar na lógica do Cordeiro: ser oferta, ser dom, ser amor que se reparte.
Na verdade, quem comunga o Cordeiro aprende a viver como cordeiro: manso, disponível, fiel, livre.
Em conclusão, não estamos diante de símbolos vazios. Estamos diante do próprio coração de Deus, que se dá por nós.
Por exemplo, cada missa é uma nova oportunidade para deixar que a obra da redenção se realize em nós.
Além disso, cada “Amém” que pronunciamos é um “sim” ao amor que nos salva. Cada gesto de entrega na vida quotidiana é prolongamento daquilo que celebramos no altar.
No entanto, é fundamental que os nossos olhos saibam reconhecê-Lo. Que o nosso coração saiba acolhê-Lo. Que a nossa vida se torne, como o pão e o vinho, uma oblata viva para a redenção do mundo.
Por exemplo, é importante lembrar que o Cordeiro continua a tirar o pecado do mundo — não com violência, mas com a força silenciosa do amor que se oferece.
Não podemos esquecer que a redenção do mundo é um processo contínuo, e que cada um de nós tem um papel importante a desempenhar.
Aqui está o link para saber mais sobre a Eucaristia: https://portal163.com.br/eucaristia
Portanto, vamos nos esforçar para viver como cordeiros, mansos, disponíveis, fieis e livres. E vamos celebrar a Eucaristia com a devida reverência e gratidão.
Em conclusão, a redenção do mundo é um processo que requer a participação de todos nós. Vamos nos unir para celebrar a Eucaristia e pedir a graça de participar dignamente nestes mistérios.
Concedei-nos, Senhor, a graça de participar dignamente nestes mistérios, pois todas as vezes que celebramos o memorial deste sacrifício realiza-se a obra da nossa redenção.
Além disso, é fundamental que os nossos olhos saibam reconhecê-Lo. Que o nosso coração saiba acolhê-Lo. Que a nossa vida se torne, como o pão e o vinho, uma oblata viva para a redenção do mundo.
Aqui está o link para saber mais sobre a Eucaristia: https://portal163.com.br/eucaristia










