Portanto, o Conselho de Sentença condenou Junio Santos da Silva a 18 anos de reclusão, em regime inicial fechado, pelo assassinato de mulher trans Gisa, de 55 anos.
O crime ocorreu na madrugada de 7 de abril de 2024, em um terreno baldio na Rua Professora Tereza Lobo, no bairro Consil, na Capital.
Segundo a denúncia do Ministério Público de Mato Grosso, a vítima foi atacada com diversos golpes na cabeça e depois asfixiada.
Além disso, as lesões provocaram a morte de Gisa no local.
assassinato de mulher trans
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Além disso, os jurados acolheram todas as qualificadoras apresentadas pelo MPMT e rejeitaram o pedido de absolvição.
Por motivo torpe, mediante asfixia, com emprego de meio cruel, com recurso que dificultou a defesa da vítima, houve reconhecimento de qualificadoras.
Por razões da condição do sexo feminino, em contexto de discriminação contra uma mulher trans, também foi reconhecida a motivação discriminatória.
Na sentença, a juíza Mônica Catarina Perri Siqueira manteve a prisão preventiva do réu, que estava preso desde novembro de 2024, e determinou a execução imediata da pena.
A magistrada também citou os impactos do crime na família da vítima, especialmente na irmã e nas sobrinhas, que sofreram consequências psicológicas duradouras.
Este é um caso de assassinato de mulher trans em Cuiabá, com condenação confirmada pela Justiça.
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