Os dados recentes que apontam a existência de 18 foragidos da Justiça acusados de feminicídio em Mato Grosso são um alerta grave para toda a sociedade, não só mato-grossense como brasileira. Além disso, a sensação de insegurança se espalha não apenas entre familiares das vítimas, mas entre todas as mulheres.
Quando um agressor permanece foragido, cada mandado de prisão não cumprido representa um risco real e concreto. Em consequência, a percepção de impunidade que ainda persiste em muitos casos de violência contra a mulher se reforça.
Combater o feminicídio é fundamental
- O feminicídio não surge do nada. Ele costuma ser o desfecho de um histórico de violência doméstica, ameaças e agressões que poderiam ser interrompidas com medidas preventivas eficazes.
- Por isso, é fundamental que o Estado atue de forma integrada, fortalecendo o trabalho das polícias, do Judiciário e das redes de proteção às vítimas.
Como Procuradora da Mulher na Câmara, temos agido para ampliar o debate sobre o enfrentamento à violência contra a mulher, defender o fortalecimento das políticas públicas de proteção e cobrar maior rigor na responsabilização dos agressores.
Também é necessário assegurar que criminosos sejam localizados e responsabilizados. A justiça precisa ser rápida e efetiva, pois cada falha na punição contribui para perpetuar o ciclo de violência.
Para mais informações sobre o combate ao feminicídio, confira o nosso artigo Combate ao feminicídio.
Enquanto procuradora da mulher na Câmara dos Deputados, reafirmo meu compromisso com o fortalecimento de políticas públicas voltadas à proteção feminina e ao endurecimento das medidas contra agressores. A defesa da vida das mulheres deve ser prioridade absoluta.
Por fim, é hora de agir e garantir que as vítimas de feminicídio recebam a justiça e a proteção que merecem.









