O Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) denunciou uma prática abusiva no setor ótico. A coação óticas pague um leve dois prejudica a liberdade de escolha dos consumidores, segundo o procurador José Antônio Borges Pereira.
Entenda a coação nas óticas
A estratégia, disfarçada de promoção, força a aquisição de produtos em maior quantidade. Sob o pretexto de “pague um, leve dois”, as óticas tornam a compra de um único par de lentes financeiramente inviável, configurando coação óticas pague um leve dois.
Portanto, o cliente é induzido a levar um segundo par, mesmo sem necessidade ou interesse. Isso elimina a autonomia na decisão de compra, conforme detalhado em ofício à 6ª Promotoria de Justiça Cível de Cuiabá.
Além disso, essa prática não se limita a ações individuais de lojas. Ao que tudo indica, a origem estaria nas fabricantes de lentes, que ditam as regras de precificação.
Assim, a conduta aparenta ser sistêmica no setor. Em conclusão, a coletividade de consumidores é lesada, perdendo o direito a preços justos e proporcionais.
O MP classificou a conduta como grave violação. Foram tomadas as providências cabíveis para a defesa do consumidor. Para mais notícias sobre o tema, acesse nossa seção de notícias do consumidor.
No entanto, a coação óticas pague um leve dois afeta diretamente o bolso do cidadão.
A investigação visa coibir essa prática desleal. Espera-se que, em breve, essa modalidade de coação óticas pague um leve dois seja banida do mercado mato-grossense.









