Após tentativas de recuperação judicial e extrajudicial, a Justiça de Mato Grosso decretou a falência da CAAGE Armazéns Gerais, uma das maiores empresas do agronegócio no estado, devido à CAAGE Armazéns Gerais falência.
Isso ocorreu após um dos credores, Eugênio Giachini Neto, entrar com um pedido de falência cobrando R$ 25,4 milhões.
CAAGE Armazéns Gerais falência: uma história de dívidas e suspeitas
Além de não pagar dívidas, a empresa também foi acusada de vender um imóvel por R$ 15 milhões para pagar um credor específico pouco antes de pedir recuperação judicial.
A juíza Giovana Pasqual de Mello, da vara de Sinop, aceitou o pedido de falência e determinou a abertura de um processo à parte para analisar se os sócios e outras empresas do chamado Grupo CAAGE vão ter que pagar a dívida.
Em conclusão, a falência da CAAGE Armazéns Gerais é um caso emblemático de como as empresas podem ser decretadas falidas quando não conseguem pagar suas dívidas e seguem atos suspeitos.
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Por exemplo, a empresa alegou que dependia do resultado de recursos sobre a recuperação judicial e extrajudicial. No entanto, a juíza negou o pedido, explicando que a recuperação judicial já foi negada em primeira e segunda instâncias.
Além disso, a recuperação extrajudicial, além de não ter sido aprovada, nem impede a falência por lei, como foi explicado pela juíza.
Portanto, a falência da CAAGE Armazéns Gerais é um caso que deve servir de exemplo para as empresas que seguem atos suspeitos e não pagam suas dívidas.
Em resumo, a falência da CAAGE Armazéns Gerais é um caso que reforça a importância de pagar dívidas e seguir leis e regulamentações.










