As notícias do assassinato do ativista ultraconservador norte-americano Charlie Kirk, de 31 anos, que ocorreu em Utah na quarta-feira (10), comoveram lideranças da direita de Mato Grosso.
Charlie Kirk era um devoto incondicional do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e tinha 7,5 milhões de seguidores nas redes sociais.
A morte de Charlie Kirk se soma a uma série de eventos que, segundo a direita, são exemplos de intolerância e violência da esquerda.
Por que a direita culpa a esquerda?
- O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), afirmou que Charlie Kirk foi mais uma vítima da extrema-esquerda, classificando de antidemocrática.
- O deputado federal Coronel Assis (União Brasil) diz que a morte de Charlie Kirk é uma ferida causada pela intolerância da esquerda, que tenta calar vozes pela violência.
- Já o deputado federal José Medeiros (PL) acusa a esquerda de assassina, dizendo que está cada vez mais perigoso dizer “verdades inconvenientes”.
A deputada federal Coronel Fernanda (PL) afirma que a execução de Charlie Kirk comprova que a esquerda não prega amor, diálogo ou tolerância, mas representa perigo em todas as dimensões.
Para os defensores de Charlie Kirk, a morte é um exemplo de consequência da retórica inflamada e dos comentários racistas, homofóbicos e xenófobos do ativista.
Entre as motivações do assassinato, os especialistas apontam a dedicação de Charlie Kirk ao presidente Trump e a sua retórica polarizadora.
A morte de Charlie Kirk é um exemplo de como a violência política pode se manifestar em diferentes partes do mundo.
Segundo a polícia, o assassino permanece foragido, caçado pelo FBI.
Para saber mais sobre a morte de Charlie Kirk e a reação da direita mato-grossense, leia nossa reportagem especial:
Assassinato de Charlie Kirk e reação da direita mato-grossense
A morte de Charlie Kirk comprova que a violência política pode ser uma consequência da retórica inflamada e da intolerância.










