Advogada investigada por facção: Gaeco mira MT

Advogada investigada por facção em operação do Gaeco em MT, com buscas e apreensões.
Operação Gaeco em MT envolve diligências contra a advogada investigada por facção.
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O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) deflagrou, nesta sexta-feira (17), a Operação Dupla Face para cumprir mandados de busca e apreensão em Nova Mutum e na Penitenciária Central do Estado (PCE), em Cuiabá. A advogada investigada por facção atua, conforme apurações, além do limite jurídico.

advogada investigada por facção

Ao todo, a Justiça cumpre três mandados de busca e apreensão em uma residência e em um escritório de advocacia em Nova Mutum, além da Penitenciária Central do Estado.

Ao pedido do Gaeco, a Justiça autorizou a quebra dos sigilos telefônico e telemático dos investigados e determinou a extração e a análise pericial de dados contidos em dispositivos eletrônicos apreendidos durante a operação.

Durante o cumprimento do mandado no escritório de advocacia, observamos todas as garantias legais previstas no Estatuto da Advocacia. A diligência ocorreu com comunicação prévia e acompanhamento de um representante da OAB-MT, conforme determinação judicial.

O material apreendido será submetido a análise pericial, o que poderá aprofundar as investigações, que tramitam sob sigilo. Esclarecimentos adicionais sobre a atuação da advogada investigada por facção devem surgir ao longo das apurações.

A operação contou com o apoio do 14º Comando Regional e do 26º Batalhão da Polícia Militar, em Nova Mutum.

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O Gaeco utiliza equipes multidisciplinares para investigar condutas de organizações criminosas, com foco na atuação de agentes públicos e privados que possam facilitar crimes. Nesta operação, a apuração acompanha movimentações financeiras, comunicações e relações entre advogados e clientes, a fim de identificar possíveis desvios de prerrogativas profissionais e de atuação irregular.

As diligências respeitam o Estatuto da Advocacia e asseguram o direito de defesa, com a presença de representante da OAB-MT durante as fases-chave. A cooperação entre o poder público e a entidade classista visa garantir transparência e respeito às garantias legais, fortalecendo a credibilidade das investigações.

As apurações ocorrem sob sigilo judicial, com a possibilidade de novas medidas dependendo dos resultados periciais. As informações obtidas poderão esclarecer se houve atuação indevida em favor da facção criminosa, bem como quais vínculos, se houver, entre a advogada e eventuais clientes ou operadores ligados ao grupo.

Em síntese, a operação reforça o compromisso das autoridades no combate a organizações criminosas e no uso responsável das prerrogativas profissionais. O andamento das apurações deverá trazer novas informações nas próximas semanas, cabendo à Justiça esclarecer os impactos legais e às partes manterem-se informadas através de comunicados oficiais e de veículos de notícia confiáveis.

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